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VárzeaCast Games #2: Menina vodca vs. George Ivanovice

Postado em VárzeaCast

VárzeaCast Games Chanel number 2 na área!

Esse podcast já é histórico pois além de ser a segunda edição do game mais empolgante da sociedade tenística, é o primeiro podcast como uma convidada especial!

Ninguém mais que Ela, A Diva, A Poderosa, A Linda, Bê Arruda do Meninas Vodca.

O outro participante é o experiente e series regular, George Galli. Os assuntos escolhidos pelos bonitos foram: Maria Sharapóva (segundo a pronúncia do Georginho Paz & Amor), USOpen e Scarlett Johansson (George) e Roger Federer, USOpen também e (!) Esmaltes (Bê).

Continuamos com o quiz no primeiro bloco, mas nesta edição não temos o segmento dos grunts, então os apresentadores Lays Invicta Guerrero e Michel Figueiredo fizeram um novo segmento de segundo bloco chamado ‘Quem é essa pessoa ou De quem é essa frase?’.

Até semana que vem com um podcast sobre as loucas do YEC.
Aproveitem e não esqueçam de comentar depois!

Neste podcast:
00:55 – Apresentações
03:38 – Bloco 1 – Quiz
46:53 – Bloco 2 – Quem é essa pessoa ou De quem é essa frase?
59:17 – Discursos e despedidas
1:08:51 – Bloopers

Participantes:
- Bê Arruda
- George Galli
- Lays Guerrero
- Michel Figueirero
- Marden Diller
- Sheila Vieira
- Victor Abadio
- Filipe Ribeiro (Em espírito)

Trilha sonora:
1. Jessie J – Price tag
2. Adele – Rumor has it
3. Animal collective – Brother sport
4. UNKLE – A wash of black
5. UNKLE – Burn my shadow (Surrender Sounds Sessions #5)
6. Moloko – Party wierdo
7. Primal scream – Loaded
8. Tiga – Shoes (Noob remix)
9. The Ting Tings – Hands
10. She wants revenge – Tear you apart
11. Yeah Yeah Yeahs – Rockers to swallow
12. Tomandandy – Damage (Resident Evil: Afterlife OST)
13. LCD Soundsystem – Someone great

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Nossa vida de mortos-vivos

Postado em Destaques, Relógios Queijos e Grand Slams

Após madrugadas em claro e certa manhã em pânico, o federista respira aliviado, e o fã de tênis está agraciado. Ainda em sua metade, com 7 dias concluídos, o Australian Open felizmente já teve o poder de surpreender, que é algo muito necessário a um Grand Slam. Escrevo aqui após uma partida de 4 horas e 44 minutos (leiam com ênfase) entre duas mulheres, um ‘ponto morto’ na quadra, a desistência de vários atletas por problemas físicos, além da queda precoce de muitos dos ‘grandes’ e, vejam vocês, o sufoco pelo qual passou Roger Federer em seu jogo de segunda rodada. Para melhor comentar o que foram nossos 4 embates até aqui, dou a ele a palavra e depois me pronuncio. Vamos lá:

Primeira rodada – Lukas Lacko – 6-1 6-1 6-3

P. Esse foi um dos melhores começos que você teve em um Grand Slam?

ROGER: Não sei. Não lembro de todos os meus primeiros jogos, para ser bem sincero.

Mas penso que joguei muito bem. Tentei ser agressivo desde o início e ver no que dava. Não funcionou. E então eu recuei e joguei de forma mais arriscada e daí por diante.

Mas eu fui capaz de continuar pressionando, colocá-lo com o pé atrás. Não fiquei surpreso quando ele começou a querer entrar no jogo, em certo momento do terceiro set. Penso que foi uma boa partida e não acho que ele tenha jogado mal. Eu pude ver talento nele, também, e é por isso que me alegro por ter escolhido aquelas táticas cedo, para pressioná-lo.

É ótimo que tenha funcionado. Por fim, obviamente estou feliz.

Sim, foi excelente. Infinitamente melhor do que o último AO, já que dessa vez não houve Andreev para ganhar o primeiro set do primeiro jogo. Isso porque nem precisamos comentar as outras primeiras rodadas de GS de 2010, como o pesadelo em 5 sets imposto por Alejandro Falla em Wimbledon, ou o Grand Willy amigo levado por Brian Dabul no US Open, onde o placar do jogo foi apenas um pouco mais piedoso do que com Lacko.

Em momento algum Roger saiu da zona de conforto. Abusando da precisão em trocas de bola e deixadinhas, supriu as expectativas de quem esperava uma estreia maestra. Quando Lacko finalmente decidiu que iria parar de rir um pouco de sua situação, arrancou 3 games no terceiro set, de 5 no total. Até aí, tudo como sempre gostamos de ver.

Segunda rodada – Gilles Simon – 6-2 6-3 4-6 4-6 6-3

P. Você nos alertou há 2 dias atrás que seria uma partida apertada e dura. Você de fato esperava que fosse ser tão difícil?

ROGER: Bom, 4 ou 5 sets, qual é a diferença? Mas, sim, ao final do dia estou feliz por ter passado, e é a isso que se resume. Não importa se você vence em em sets seguidos ou em 5 sets. Apenas continue indo adiante na chave e se dê a oportunidade para a próxima partida, talvez um oponente com o qual você se habitue melhor ou condições que permitam ser mais rápido do que essa noite, suponhamos. Jogue na sessão norturna, mantenha-se vivo e sinta-se bem.

Isso é tudo que importa. Eu penso que a partida foi ótima, jogamos em alto nível por um bom tempo. Obviamente é difícil ver que, assim como Hewitt e Nalbandian na partida de ontem à noite, alguém tem que perder, quando uma partida tão genial está acontecendo.

Mas penso que joguei muito bem e estou muito feliz.

Bate na madeira 3 vezes. Simon decidiu que iria acordar novamente top 10, e nada melhor do que contra alguém que já venceu em duas ocasiões anteriores, não é? Não, não para você que, assim como eu, tomaria com prazer um Lexotan ao fim do jogo.

É bem verdade que Simon virou a Fênix depois dos dois primeiros sets, mas é inegável também que Roger deu aquela ajudada. Com os bilhetes para Júpiter carimbados, lá se foram a precisão e a agressividade, além da incapacidade de perceber que Simon só alimenta suas crianças com UMA jogada, que basicamente consiste em atacar de forehand na paralela sem chance de defesa, e isso ter custado a palpitação coletiva até a retomada do controle no quinto set, com uma quebra no sexto game.

Inegável que domar os nervos, quando eles estão rebeldes, é atitude de campeão, mas não dá para compartilhar dessa opinião de que a partida, para ele, foi excelente. Concordamos em uma coisa: Passar é realmente o que importa. Nisto, sempre confiaremos.

Terceira rodada – Xavier Malisse – 6-3 6-3 6-1
P. Um bom jogo após os cinco sets da outra noite. Feliz?

ROGER: Sim, a partida com o Simon foi boa, também. Não faça parecer ruim só porque foram cinco sets. Normalmente elas são disputadas em alto nível por um longe período de tempo.

Penso que hoje também foi intenso. Os dois primeiros sets quase não refletiram o quão dura a partida poderia ser, ou o quão dura foi. Digo porque quebrei um pouco da vontade dele, quando ele estava levando o segundo set por 3-1. Então, fui capaz de voltar para o jogo e vencer 11 games seguidos, o que foi obviamente satisfatório. Fui capaz de tentar coisas diferentes.

Bom, se eu sobrevivi a  cinco sets contra alguém com retrospecto positivo de vitórias, não seria Malisse a me fazer arrancar os cabelos enrolados. E não foi, é claro. Ambos se conhecem desde que eu nasci, e perder para o Malisse talvez tenha sido uma opção apenas no jardim de infância. Isso ajuda a entrar confiante no jogo e deixá-lo sem opções, apesar das boas bolas que o belga é capaz de apresentar. Mas, claro, também ajuda a dar a nossa querida, e dessa vez breve, desligada. No fim das contas, o teste maior foi o calor, que parecia realmente presente e me fez pensar em como ele está economizando energia para os jogos diurnos. Não que seja um problema, mas poupar o físico é sempre uma boa.

Oitavas-de-final – Tommy Robredo – 6-3 3-6 6-3 6-2

P. Mais uma doce vitória hoje. Mais um pequeno passo até a coroa.

ROGER: Ah, sim, é um passo na direção certa. Estou feliz por ainda estar firme e forte no torneio. Foi uma partida dura. Eu sabia que Robredo viria para cima, com um monte de golpes insanos, e me faria merecer a vitória. Ele não iria simplesmente me entregar a partida.

Penso que ele realmente foi capaz de jogar firme lá para o meio do segundo set. Eu realmente não tive muitas chances no saque dele, assim como ele também não teve no meu, no primeiro set. Porém, eu encontrei um caminho. Fui capaz de jogar um pouco mais agressivo e meio que não cometer mais os erros estúpidos do final do segundo set, o que de fato me custou o set, acredito.

Fui capaz de superar.

Robredo é um erro. Como jogador, como pessoa, como qualquer coisa. O pouco de respeito que eu tinha por ele se foi após duas tentativas canhestras de acertar a bola em cima do Roger, de forma clara e objetiva. A abaixadinha e, em seguida, a virada de costas ao escapar de uma delas mostra, parafraseando a @sheilokavieira, porque o Federer é o Federer e o Robredo é só o Robredo. Pior ainda foi o segundo set, cedido e perdido basicamente por culpa de um swing volley miserável de tão ruim e um péssimo voleio, que correu para fora. Quebrando no 4-3, Robredo se sentiu confortável para acreditar com unhas e dentes que poderia ir longe. Mau Robredo. O set foi perdido, mas o desprezo pelo ensandecido espanhol não,  o que possibilitou a vitória em 4 sets sem maiores problemas.

So far, so good.

O que esperar do Wawrinka? Não sei exatamente. Tanto respeito quanto MUITA disposição para o jogo. Adoro o Wawrinka, mesmo sendo um zé mané. Uma pessoa que larga a família para se dedicar exclusivamente ao tênis merece, no mínimo, que eu espere para vê-lo em quadra, jogando tudo o que sabe e pode contra aquele que considera, assim como nós, o maior de todos. Sei é que o Roddick não foi páreo. O Roddick foi chacota mesmo, coitado. Quem mandou não levar os EUA para as quartas-de-final em um Grand Slam de quadra dura? Era a última esperança… Sobrou para ele. Pena. Queria vê-lo no próximo jogo. Porém, que venha Stanislas.

Até.

* Traduzi diretamente as perguntas para evitar a fadiga, mas as entrevistas originais e completas estão disponíveis no site do Australian Open.

** A foto foi postada por ele, em sua ótima e já mencionada página do Facebook. Lindo, não? Heh.

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Forever Young

Postado em Relógios Queijos e Grand Slams

Roger Federer tem 29 anos, fará 30 neste. Essa é a idade em que a maioria dos tenistas já começa a pensar na casa de veraneio em que irão viver ou nos projetos de caridade que apoiarão durante a aposentadoria, assim como, os mais necessitados, em que canal de televisão serão comentaristas, repórteres etc. Entretanto, imagino eu que duro, para quase todos, é ver como Roger inicia cada temporada. Não é possível que um tenista profissional consiga ser tão amigo, tão querido e tão parceiro de seu corpo, como ele é.

Sendo eu uma boa federista, esse título em Doha, o terceiro do torneio e 67° na carreira, veio para encher meu peito de esperança na defesa do troféu da Terra dos Cangurus. Não pude ver todos os jogos, mas os dois que vi foram suficientes para acreditar que, pelo menos nessa primeira rodada da temporada, de muito calor + quadras rápidas, veremos tudo o que ele pode oferecer de melhor. Ano após ano, título após título e recorde após recorde especula-se se, afinal, agora ele ‘perderá a motivação’. É mais fácil quem se pergunta tal tipo de coisa perder a motivação para isso, antes dele.


(Tentem não morrer com essa aberração narrando. Recomendo colocar no mute.)

Tsonga tinha as feições de quem parecia estar sofrendo bullying, cheio de vontade em um primeiro set que terminou em menos de meia hora, num tradicional 6-3. No segundo set potencializou sua capacidade de dar a vida em quadra, o que deve ter sido ainda mais frustrante pois, apesar de levar até o tie-break,  é de dar nos nervos a serenidade federiana te exterminando em 1 hora e 24 minutos, enquanto você está jogando uma final de Grand Slam do outro lado. Bad oponent day para Jo-Wilfried, que poderia ter ganho o jogo, fosse outro o oponente, e o oposto para Davydenko, que enfrentou um Nadal que dormiu mal, comeu mal, se gripou ou, sei lá, apenas começou tendo mais um péssimo kick-off de temporada, e se garantiu novamente na final.

Roger decidiu então que nada estragaria seu sábado. Em menos tempo do que a semifinal, liquidou o Kolya como se aquela final do ano passado não tivesse existido e tirou da mão dele a taça com duas aulas de 6-3 6-4. Se eu não soubesse que ele deve estar ganhando milhões por fora, diria que aquele cheque de ‘apenas’ $177,000 não fez jus à beleza que foi vê-lo em um tardio auge mostrando que, se é para ser ‘melhor-de-todos-os-tempos’, então que o seja até quando puder pisar em quadra. É por causa de torneios assim, semanas como esta, que este senhor se tornará avô e continuará sendo uma inspiração para qualquer apreciador do esporte. Bacana, não é?

Apesar de ter passado em branco no primeiro set, Davydenko foi capaz, durante o jogo, de mostrar que com o pulso consertado e as pilhas recarregadas ainda pode proporcionar o bom tênis que o fincou com cimento durante temporadas como top 5, no que lhe resta de carreira. Gosto dele, gosto da consistência e da regularidade do seu jogo. No discurso logo após o fim da partida, Roger fez justiça ao lembrar que o lugar dele é lá mesmo, onde ele esteve por tanto tempo, algo do qual concordamos plenamente. Volta com tudo, Kolya!

E o que falar de Abu Dhabi, na semana anterior? Torneio exibição, jogos que nunca consigo assistir, a final perdida para o meninão lá… Bom, é uma imbecilidade, mas confesso: o que importa mesmo nas exibições, para mim, é vê-lo jogando de relógio. Acho da mais pura elegância. Valeu aí, Rolex.

Vamos todos para Melbourne agora. Estou só esperando a chave sair e com ela os primeiros horários, para começar a programar meu relógio biológico em função do torneio. Olha, seria no mínimo justo se, ao se aposentar, ele resolvesse me recompensar pagando uma boa consulta com um endocrinologista ou algo que o valha… Adoro o Australian Open, mas não é fácil, não.

Até!

obs1.: A foto com o troféu não é da melhor qualidade pois foi tirada com o celular dele (ou de alguém da equipe) e postada na sua página do Facebook. Para quem não o ‘curte’ por lá ainda, super recomendo. Ele atualiza o tempo todo e adora tirar foto de tudo quanto é lugar em que vai ou que está. É um viciado!

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Com atuação irretocável, Federer triunfa em Doha

Postado em Notícias

Tenisbrasil

Fechando a excelente semana, o suíço Roger Federer teve nova atuação de gala na final do ATP 250 de Doha. Assim como fez em todos os demais jogos do torneio, neste sábado, o número 2 do mundo bateu o russo Nikolay Davydenko sem perder sets e saiu de quadra com o terceiro título do evento, voltando a erguer a taça no Catar cinco anos após sua última conquista.

Leia a íntegra aqui.

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As alegrias que só ele me dá

Postado em Destaques, Relógios Queijos e Grand Slams


Enfim, cá estou. Deveria ter escrito isso há quase 2 semanas atrás, mas eu queria (precisava) que as pessoas entendessem que eu tenho necessidade de viver de tênis. Que é o que me faz feliz. Que todas as minhas provas e trabalhos acadêmicos poderiam ser sobre tênis. Que meu trabalho fosse: “Vá lá, leia e escreva mais sobre tênis. Ainda não o fez o suficiente”. Mas, né, daí eu caio da cama e a vida nesses dias é tudo para mim, menos tênis.

Além do tênis, há vezes em que eu queria viver de Roger. Sabem, o meu time foi campeão brasileiro dia desses e, no auge da felicidade suprema que acomete um cidadão em uma situação dessas, eu realizei que ele me proporciona o mesmo tipo de sensação, assim, pelo menos umas 2 ou 3 vezes por ano, no mínimo. Logo, posso dizer que Roger me faz feliz. Que todas as minhas provas e trabalhos acadêmicos poderiam ser sobre Roger. Que meu trabalho fosse: “Vá lá, leia e escreva mais sobre Roger. Ainda não o fez o suficiente”. Bom, já chorei demais no ombro de vocês.

Chorei demais aqui o que não precisei chorar no domingo retrasado. Esperavam algo tão fácil assim? Ok, ok, o Senhor Touro “estava cansado, jogou 3 horas no dia anterior” e todo aquele bla bla bla… Mas querem saber? A mim não interessa por que perdeu. A mim só interessa por que Roger ganhou, e ele ganhou porque sua atuação no torneio estava algo que apenas uma palavra, em inglês, passa pela minha cabeça ao definir: Flawless. Já perdi o receio de Londres, de sua quadra lenta, de seu frio arrasador nesta época do ano. Gostava de Xangai, gosto mais ainda de Londres. Acima de tudo, gosto do ATP Finals.

Em meio a sanduíches, pipocas, empadinhas (Uma certa pessoa, que inclusive tem um blog aqui, me acolheu em sua casa para poder ver o jogo ao vivo e me acha magra demais) e muita conversa fiada, aquele foi o único jogo do torneio que consegui assistir pacífica e apropriadamente. Passei a semana trabalhando e estudando e na semifinal minha pequena cã decidiu que iria quebrar a pata, bem no horário do jogo. Dessas sortes que eu tenho com o tênis, algo que vocês perceberão. Talvez por isso estivesse tão desencanada quanto ao resultado ou quanto aos métodos que ele utilizaria para ganhar. Fiz bem, porque se tivesse ficado nervosa ou ansiosa demais, como geralmente acontece antes de um confronto entre os dois, teria sentido um vazio, daqueles de ter tanto sofrimento por nada.

De qualquer maneira, as coisas ocorreram mais ou menos como eu previ no último post, em especial sobre a atuação do Murray. O jogador de loteria, que é o que ele é, faz um jogo bastante vagabundo contra um, daí em seguida põe o outro para correr durante 3 horas  e tem reais chances de vitória. É de loteria também o adversário que ele escolhe para complicar a vida, então os Espíritos Anciãos da Floresta quiseram que, dessa vez, Roger escapasse dessa. “Chupa essa manga, Nadal!”. Algum federista não pensou dessa forma? Aliás, que jogo foi aquele, não?

6-3 no primeiro set e “Meu Deus, Federer começou como um monstro. Nadal está visivelmente morto. Federer está com o backhand no lugar. Acho que isso vai acabar em 2 sets”. 3-6 no segundo set e “Olha lá, Rafa está reagindo. Ele não vai entregar assim tão fácil. Para variar, Federer está dando aquela viajada. Rafa vai levar esse, mas no próximo não aguenta. Eu não duvido do Nadal, não. Será? Roger está quase perfeito”. Por fim, 6-1 e “É, acabou mesmo para o Nadal. Federer flutua, Nadal se arrasta. Mas apenas um game mixuruca, Nadal? É, agora acho que ele quer que acabe logo…”

Game, set and match, Roger Federer. E a minha conclusão final sobre o jogo é: Me deixou mais nervosa e apreensiva esta queda BIZARRÍSSIMA dele, ao tentar dar uma arrancada, do que a coisa toda que foi o duelo. Sensação de paz que eu não sentia faz tempo. Acho ele previu que eu precisava economizar coração para o próximo domingo, afinal, um time esperava para ser campeão e não seria tão fácil assim. Valeu, Roger. Tem certas alegrias que só você me dá. Entende por que é fácil te amar?

E fim de papo. Volto em breve (breve MESMO) com algum balanço da temporada.

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Os melhores do ATP Finals

Postado em Golden Racket

Os 8 melhores tenistas do ano se encontraram semana passada em Londres para disputar o torneio de encerramento da temporada, o ATP Finals. Pode-se dizer que a nata da ATP esteve nas quadras londrinas durante os últimos sete dias.

Mas como para desfilar sobre o red carpet do Golden Racket não basta apenas ser a nata, nós selecionamos o melhor do melhor, o créme de la créme. Com vocês, os melhores do ATP Finals:

Troféu Charlie Brown – ANDY MURRAY

O britânico que não entende nada de futebol se sentiu em casa na Inglaterra, apesar de ser escocês, e aprontou. Tietou Maradona (que deu um drible no garoto e preferiu a companhia de outro craque – Roger Federer), estrelou uma das melhores partidas do ano contra Rafael Nadal, mas acabou se destacando mesmo pela roupinha de inspiração brit. Peraí, inspiração brit?

Não sobrou título pra Andy Murray, mas ele podia ter levado pelo menos um Snoopy de pelúcia pra casa. Porque com essa camisa, Murray arrebata o Troféu Charlie Brown. Dispensa maiores explicações, certo?


Troféu Noiva Cadáver – ROBIN SODERLING

Membro do G4 de fato mas não de direito quando chegou a Londres, se Soderling jogasse no Brasileirão, seria aquele time que chega em quarto mas não leva a vaga pra Libertadores. O fato é que ainda é difícil não considerar o sueco um estranho no ninho do Quarteto Fantástico, onde Nadal, Federer, Djokovic e Murray parecem ter fincado raízes. Tanto é que, após a campanha no último torneio da temporada, o moço caiu para uma quinta posição bem mais condizente com o status quo do tênis atual.

Mas se Soderling dentro de quadra também não fez muito pra mudar a opinião geral, jogando um tênis meio mortinho, pelo menos fora dela ele estava muito bem acompanhado. Ou não.

E aqui o Golden Racket tem um agradecimento especial a fazer à inspirada transmissão brasileira do ATP Finals. Atrapalhados com as celebridades filmadas durante os jogos, escorregando na pronúncia dos nomes e demorando aquele tempinho básico da busca no Google pra nos dizer quem eram os famosos, os narradores e comentaristas do SporTV deram um show à parte. Mas nada superou o nome carinhoso dado à noiva de Robin Soderling.

Com um empurrãozinho da TV a cabo brasileira, o Golden Racket concede o Troféu Noiva Cadáver a Robin Soderling e sua noiva, Jenni Mostrom. Ou Jenni “Monstro“, na narração de Eusébio Rezende.

Troféu Colírio – NOVAK DJOKOVIC

Precisa dar maiores explicações? Tipo: “Novak Djokovic” e “colírio” na mesma frase. A associação é imediata, não?

Mas dessa vez não foi a beleza deslumbrante do sérvio que botou um trofeuzinho Golden Racket nas suas mãos. Nole realmente precisou de colírio durante o seu jogo contra Rafael Nadal. Aliás, ele se lavou em colírio. Praticamente tomou banho de colírio. E não adiantou.

O sérvio realmente está zicado. Dentro de quadra, Djokovic já foi acometido por ataques de asma, problemas estomacais, intolerância ao calor… e quando parecia que mais nada podia acontecer, eis que a lente de contato do garoto resolve pentelhar. E justamente num jogo que ele estava dominando contra Rafael Nadal.

As lentes de contato de Djokovic começaram a incomodar no final do primeiro set e não deixaram o sérvio em paz até o fim do jogo. Djokovic foi ao banheiro para trocá-las, chamou o trainer, pingou um frasco inteiro de colírio e nada. Atormentado, praticamente entregou o jogo pra Nadal.

Djokovic literalmente perdeu o foco no jogo contra o espanhol. E para que Nole não precise aparecer de tapa-olho de novo, o Golden Racket passou ali na farmácia e trouxe para ele o Troféu Colírio. Ah, e ele vem com um galhinho de arruda de brinde. Se joga, Djokovic!


Troféu Serena Williams – RAFAEL NADAL

A diva do torneio foi, sem dúvida, Rafael Nadal. Terminando o ano como número 1 do mundo, com uma vantagem de mais de 3 mil pontos sobre o segundo colocado, trazendo 3 torneios de Grand Slam na bagagem… só faltava mesmo ganhar o último torneio da temporada pra completar sua coleção de troféus e fechar o ano com chave de ouro.

E o desempenho do espanhol foi realmente digno de Serena Williams: começou arrasando todos os adversários no Round Robin, bateu Murray nas semifinais, em um dos melhores jogos do ano, e carimbou o passaporte para a final dos sonhos contra Roger Federer.

No meio do caminho, Rafa ainda desfilou roupas espalhafatosas

e bateu boca com o árbitro de cadeira (qualquer semelhança com Serena é mera coincidência).

Para completar a performance à la Serena, só ficou faltando… ganhar o torneio.

Bom, isso a atuação magistral de Federer na final não deixou. Mas Nadal ainda pode se redimir e usar em 2011 um outfit inspirado no famoso modelito catwoman de Serena, ou quem sabe seguir o exemplo da moça e posar à vontade na capa da ESPN Magazine, que a gente deixa por isso mesmo.

Enquanto isso – e enquanto Federer não encosta de vez no espanhol – Rafa pode curtir seu momento número 1 absoluto do universo e astro do Golden Racket, que o Troféu Serena Williams é seu!

Troféu Toureiro – ROGER FEDERER

Rafael Nadal chegou a Londres como um verdadeiro touro miúra, soltando fogo pelas ventas e louco pra detonar qualquer adversário que aparecesse pela frente. Pior ainda, veio no estilo Serena Williams.

Não é pra menos. O título do ATP Finals era o único troféu importante que o espanhol ainda não detinha. Seu maior rival, Federer, vinha de um ano meia-boca. A arena estava armada para o espanhol brilhar.

Estaria tudo perfeito se Federer não tivesse decidido jogar algo perto de seu melhor tênis na final. O que, em se tratando de Federer, significa perto da perfeição.

O suíço, vestido a caráter de vermelho-flamenco, executava golpes fantásticos, enquanto o touro miúra corria enfurecido e tentava em vão abater o capote vermelho que sacolejava do outro lado da rede. Olé!

Por ter toureado com maestria o número 1 do mundo, por reacender a maior rivalidade do tênis atual e por nos devolver a esperança em ver uma luta épica pelo topo do ranking em 2011, nosso herói Roger Federer leva pra casa o Troféu Toureiro!

E este foi o fim apoteótico de uma temporada eletrizante. O Australian Open está logo ali na esquina, e o Golden Racket vai estar a postos, de olho em quem vai continuar brilhando em 2011.

O Golden Racket altruisticamente se oferece para dar um banho de sal grosso em Novak Djokovic.

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Um fim animador

Postado em Saque e Voleio

Se você é fã de tênis, independentemente de quem vença, este domingo foi um dia feliz. A começar pela atuação espetacular de Roger Federer, diante logo de Rafael Nadal, número 1 do mundo e seu principal algoz. Mais importante que isso, pela perspectiva de um equilíbrio e de uma luta acirrada pela ponta do ranking - o que não aconteceu nem em 2009 nem este ano.

Escrevi algumas vezes aqui e estou cada vez mais convicto: Federer já começou uma (última, talvez) arrancada em busca do recorde de Pete Sampras, homem que ficou mais tempo no topo do ranking. E não se engane, leitor. Os 1.500 pontos conquistados em Londres vão fazer muita diferença em 2011, principalmente porque quem estava do outro lado da rede neste domingo era um certo espanhol.

Sobre o jogo, todos os elogios e Federer são redundantes. Taticamente perfeito, o suíço sacou consistentemente angulado no backhand do adversário e saiu em vantagem em todos os games. Obviamente, não foi só o lado do saque, mas a precisão com que as bolinhas iam ali, coladas na linha, no meio da área de saque, forçando Nadal a deixar a quadra inteira aberta.

Outra postura interessante foi plantar do lado do backhand, forçando o espanhol a fugir da tática básica de atacar a esquerda de Federer. Logo no começo, o suíço, plantado à espera de bolas daquele lado, disparou uns backhands angulados e deixou claro que Nadal precisaria fazer mais do que o normal. Nada de inovador ou genial na postura de Federer. Impressionante, mesmo, foi a consistência no backhand, que nunca fez tanto estrago assim contra o espanhol.

O número 1, então, tinha duas opções. Ou buscar mais o perigosíssimo forehand de Federer ou angular mais seus próprios forehands. Qualquer que fosse a tática, o espanhol precisaria de muita precisão. Nadal tentou um pouco de cada, mas nunca se sentiu confortável e não conseguiu a precisão necessária. Mesmo assim, perigoso como é, capitalizou no único game de saque ruim do adversário e venceu o segundo set. Mas, como acabo de escrever, o vacilo não aconteceria de novo. E o 6/1 no terceiro set foi menos reflexo da diferença de nível do que da aceitação de Nadal de que não havia nada a fazer com Federer jogando o que jogou.

Coisas que eu acho que acho:

- Atletas reclamam muito do curto período de descanso que têm entre o ATP Finals e os primeiros torneios do ano, em janeiro. Eles estão cobertos de razão. Porém, depois de um torneio assim, com Federer, Nadal e Murray jogando muito nos últimos dois dias, não há como não desejar que o tempo passe rápido até o Australian Open.

- Andy Murray fez uma excelente semifinal (o melhor jogo do ano, como escrevi no post anterior), mas saiu de quadra derrotado. Fosse qualquer outro tenista, estaríamos elogiando e apontando o cidadão como candidato em potencial e brigar por um Slam. Com Murray, entretanto, todos já vimos este filme. Potencial não lhe falta.

- Novak Djokovic deixa o torneio com gosto de deveria-ter-feito-muito-mais. Depois de um excelente primeiro jogo contra Tomas Berdych, o sérvio parecia sério candidato ao título. Diante de Nadal, porém, fez muito pouco. na semi, contra Federer, idem. E não deixa de ser impressionante o episódio do cisco no olho, na partida contra o número 1. Quantas vezes coisas pequenas assim acontecem com Djokovic e não com outros? Pena.

- Muitos dos comentários na caixinha anterior do blog foram críticas à decisão do SporTV de transmitir a final de Londres ao vivo apenas no SporTV HD. O SporTV 2, que exibiu todo o torneio ao vivo, mostrou a decisão em VT. Só posso falar pela caixinha anterior. Não aprovo textos que contenham críticas às grades de programação dos canais (seja SporTV, ESPN ou Band Sports). Como eu escrevo nas regras para postar no blog, o Saque e Voleio não tem relação direta com nenhum canal a cabo. Ademais, lotar a caixinha com críticas a um canal (com o qual o blog, repito, não tem relação direta) seria privar de discussões interessantes leitores que queriam trocar ideias sobre a final de Londres. E volto a pedir: sugestões, críticas e comentários sobre as programações dos canais devem ser endereçados diretamente a eles.

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Enfim, o que todos queriam

Postado em Saque e Voleio

Poderia ter acontecido em Melbourne, mas Nadal ficou pelo caminho, derrubado pelo mesmo Murray que bateu neste sábado. Poderia ter acontecido em Roland Garros ou Wimbledon, mas Federer fez menos do que o esperado. Por um ponto, não aconteceu em Nova York, onde Djokovic salvou match points e foi à final. Enfim, acontece em Londres, justamente o palco do melhor jogo entre eles. Para muitos, o melhor da história.

As circunstâncias agora são bem diferentes. Piso, bola e os momentos de ambos são diferentes, mas tanto Nadal quanto Federer jogaram tênis de altíssimo nível esta semana, e ninguém espera que seja diferente na decisão. E o que esperar do último jogo do circuito em 2010? Equilíbrio. E só.

Qualquer palpite sobre o vencedor será apenas isso. Um mero exercício de “achismo”. Por um lado, é difícil imaginar Federer perdendo depois de vê-lo jogando como jogou em toda a semana. Pelo outro, ninguém deve esperar que o suíço jogue contra Nadal do jeito que jogou contra Djokovic. Os desafios são outros, o nível de exigência, mais alto.

E o que dizer de Nadal? Há quem vá dizer que o espanhol estará desgastado pelas mais de 3h do jogaço contra Murray. Mas ninguém duvida que o número 1 do mundo entre em quadra dando seus piques e pulando a cada ponto importante vencido.

Taticamente, não devemos ter muitas surpresas. Nadal deve buscar o backhand de Federer com bolas anguladas (por quê mudar algo que sempre funcionou tão bem?), enquanto o suíço vai tentar diminuir o espaço, jogar mais dentro da quadra e variar com muitas curtinhas (como fez em Madri, com bastante sucesso).

As chaves do jogo? Para mim, será essencial que Federer acerte muitos primeiros saques. Murray se manteve no jogo deste sábado com 20 aces, e o suíço terá que ser tão eficiente quanto. Nadal, por outro lado, precisará do backhand calibrado. Tanto para os longos e costumeiros duelos de paralela quanto para angular e tirar Federer de sua zona de conforto.

Quem ganha? Quem executar melhor. Simples, não?

Coisa que eu acho que acho:

- É bem verdade que Nadal e Federer duelaram em Madri este ano, mas o jogo deixou a desejar. A partida foi nervosa e, tecnicamente, ficou bem abaixo de confrontos anteriores entre os dois melhores tenistas da atualidade.

- O jogo de hoje é às 15h30min (de Brasília) e tem transmissão ao vivo do SporTV HD. E já aproveito para pedir que sugestões, elogios e críticas sobre a transmissão sejam enviados diretamente ao canal, ok? Agradeço.

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Postado em Saque e Voleio

Três jogos, três vitórias, nenhum set perdido. Até agora, Roger Federer foi quem jogou o melhor tênis do ATP Finals. Primeiro, na bela vitória sobre David Ferrer. Depois, no impressionante triunfo sobre Andy Murray. E hoje, ao bater Robin Soderling com pontos perfeitos nos momentos cruciais.

Ouso dizer que a atuação desta quinta-feira nem foi tão brilhante – estamos navegando no padrão Federer, lembrem-se. O sueco, é claro, tem seus méritos. Soderling sacou bem em grande parte do jogo e conseguiu manter suas bolas altas e fundas com certa consistência. O número 4 do mundo teve suas chances. Forçou um tie-break, mas perdeu o game ao optar por um golpe de vista em vez de um voleio fácil. Errou e perdeu o set ali.

Soderling também teve chance para quebrar Federer no começo do segundo set. Até achou que tinha quebrado e saiu festejando, mas o Hawk-Eye deu o ponto para o suíço. E aí entra a mesma questão que sobre a qual escrevi ontem, quando falava de Rafael Nadal. Federer não vacila todo dia (tudo bem, ele perdeu match points quatro vezes este ano, mas mesmo assim…) e não foi hoje que ele bobeou. No oitavo game, quebrou Soderling e, no nono, fechou o jogo. Sem dramas desnecessários. Como poucos sabem fazer.

Se acontecer o que tudo indica pelos resultados até agora (vitórias de Nadal e Djokovic), Federer terá pela frente Djokovic, o que é nada mau, levando em conta os retrospectos do suíço contra o sérvio e o espanhol. Ainda conta a favor do suíço o cruzamento da outra semi. Murray, afinal, é sempre minha primeira aposta para derrubar Nadal antes de uma decisão. E se o britânico repetir o que jogou nesta quinta, nunca se sabe…

Coisas que eu acho que acho:

- O próximo P & R já está pronto para ser publicado. Deve ir ao ar na segunda-feira, depois que os ânimos (dos já exaltados fãs de Nadal e Federer) se acalmarem. Se alguém ainda tiver uma pergunta, pode mandar nesta caixinha aqui mesmo. Eu leio e, se for o caso, ainda encaixo nesta edição. Se não der, guardo para a próxima.

- Como sempre acontece, toda vez que escrevo sobre Nadal e Federer em dias consecutivos, fãs de um e de outro já começam a reclamar disso ou daquilo. Quase sinto saudades daqueles que reclamavam do meu favoritismo por Murray. Assim, é preciso que eu volte a ser um pouco mais rigoroso na moderação. Concordar ou não com um post é uma coisa. Ficar todo dia chorando e dizendo que o autor torce para um ou para o outro já cansou. Quem quiser reclamar diretamente comigo, que mande um e-mail.

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Ídolo de Murray, Maradona torce para Federer

Postado em Notícias

Tenisbrasil

Além de sofrer uma duríssima derrota para Roger Federer, Andy Murray teve que amargar um de seus maiores ídolos torcendo para o seu rival. Diego Maradona compareceu novamente à arena O2, mas do lado da torcida do número 2 do mundo.

Grande fã de futebol, Murray havia pedido uma foto com o argentino nesta segunda e chegou a postar em seu Twitter que Maradona era talvez o melhor jogador de futebol da história. Federer encontrou Maradona apenas após a partida de hoje e tirou fotos com a lenda do futebol.

Leia a íntegra aqui.