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Posts com a tag ‘Robin Soderling’

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Soderling conquista Brisbane e vai com moral para Melbourne

Postado em Notícias

Globoesporte.com

O sueco Robin Soderling, primeiro cabeça de chave, conquistou o título do torneio de tênis de Brisbane (Austrália) ao vencer o norte-americano Andy Roddick por 2 sets a 0 (6/3 e 7/5) com relativa superioridade.

A maior eficiência e força dos golpes do sueco fizeram com que Roddick quase não tivesse opções de vitória ao longo da partida e, inclusive, registrasse problemas para conservar seu saque.

Leia a íntegra aqui.

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Os melhores do ATP Finals

Postado em Golden Racket

Os 8 melhores tenistas do ano se encontraram semana passada em Londres para disputar o torneio de encerramento da temporada, o ATP Finals. Pode-se dizer que a nata da ATP esteve nas quadras londrinas durante os últimos sete dias.

Mas como para desfilar sobre o red carpet do Golden Racket não basta apenas ser a nata, nós selecionamos o melhor do melhor, o créme de la créme. Com vocês, os melhores do ATP Finals:

Troféu Charlie Brown – ANDY MURRAY

O britânico que não entende nada de futebol se sentiu em casa na Inglaterra, apesar de ser escocês, e aprontou. Tietou Maradona (que deu um drible no garoto e preferiu a companhia de outro craque – Roger Federer), estrelou uma das melhores partidas do ano contra Rafael Nadal, mas acabou se destacando mesmo pela roupinha de inspiração brit. Peraí, inspiração brit?

Não sobrou título pra Andy Murray, mas ele podia ter levado pelo menos um Snoopy de pelúcia pra casa. Porque com essa camisa, Murray arrebata o Troféu Charlie Brown. Dispensa maiores explicações, certo?


Troféu Noiva Cadáver – ROBIN SODERLING

Membro do G4 de fato mas não de direito quando chegou a Londres, se Soderling jogasse no Brasileirão, seria aquele time que chega em quarto mas não leva a vaga pra Libertadores. O fato é que ainda é difícil não considerar o sueco um estranho no ninho do Quarteto Fantástico, onde Nadal, Federer, Djokovic e Murray parecem ter fincado raízes. Tanto é que, após a campanha no último torneio da temporada, o moço caiu para uma quinta posição bem mais condizente com o status quo do tênis atual.

Mas se Soderling dentro de quadra também não fez muito pra mudar a opinião geral, jogando um tênis meio mortinho, pelo menos fora dela ele estava muito bem acompanhado. Ou não.

E aqui o Golden Racket tem um agradecimento especial a fazer à inspirada transmissão brasileira do ATP Finals. Atrapalhados com as celebridades filmadas durante os jogos, escorregando na pronúncia dos nomes e demorando aquele tempinho básico da busca no Google pra nos dizer quem eram os famosos, os narradores e comentaristas do SporTV deram um show à parte. Mas nada superou o nome carinhoso dado à noiva de Robin Soderling.

Com um empurrãozinho da TV a cabo brasileira, o Golden Racket concede o Troféu Noiva Cadáver a Robin Soderling e sua noiva, Jenni Mostrom. Ou Jenni “Monstro“, na narração de Eusébio Rezende.

Troféu Colírio – NOVAK DJOKOVIC

Precisa dar maiores explicações? Tipo: “Novak Djokovic” e “colírio” na mesma frase. A associação é imediata, não?

Mas dessa vez não foi a beleza deslumbrante do sérvio que botou um trofeuzinho Golden Racket nas suas mãos. Nole realmente precisou de colírio durante o seu jogo contra Rafael Nadal. Aliás, ele se lavou em colírio. Praticamente tomou banho de colírio. E não adiantou.

O sérvio realmente está zicado. Dentro de quadra, Djokovic já foi acometido por ataques de asma, problemas estomacais, intolerância ao calor… e quando parecia que mais nada podia acontecer, eis que a lente de contato do garoto resolve pentelhar. E justamente num jogo que ele estava dominando contra Rafael Nadal.

As lentes de contato de Djokovic começaram a incomodar no final do primeiro set e não deixaram o sérvio em paz até o fim do jogo. Djokovic foi ao banheiro para trocá-las, chamou o trainer, pingou um frasco inteiro de colírio e nada. Atormentado, praticamente entregou o jogo pra Nadal.

Djokovic literalmente perdeu o foco no jogo contra o espanhol. E para que Nole não precise aparecer de tapa-olho de novo, o Golden Racket passou ali na farmácia e trouxe para ele o Troféu Colírio. Ah, e ele vem com um galhinho de arruda de brinde. Se joga, Djokovic!


Troféu Serena Williams – RAFAEL NADAL

A diva do torneio foi, sem dúvida, Rafael Nadal. Terminando o ano como número 1 do mundo, com uma vantagem de mais de 3 mil pontos sobre o segundo colocado, trazendo 3 torneios de Grand Slam na bagagem… só faltava mesmo ganhar o último torneio da temporada pra completar sua coleção de troféus e fechar o ano com chave de ouro.

E o desempenho do espanhol foi realmente digno de Serena Williams: começou arrasando todos os adversários no Round Robin, bateu Murray nas semifinais, em um dos melhores jogos do ano, e carimbou o passaporte para a final dos sonhos contra Roger Federer.

No meio do caminho, Rafa ainda desfilou roupas espalhafatosas

e bateu boca com o árbitro de cadeira (qualquer semelhança com Serena é mera coincidência).

Para completar a performance à la Serena, só ficou faltando… ganhar o torneio.

Bom, isso a atuação magistral de Federer na final não deixou. Mas Nadal ainda pode se redimir e usar em 2011 um outfit inspirado no famoso modelito catwoman de Serena, ou quem sabe seguir o exemplo da moça e posar à vontade na capa da ESPN Magazine, que a gente deixa por isso mesmo.

Enquanto isso – e enquanto Federer não encosta de vez no espanhol – Rafa pode curtir seu momento número 1 absoluto do universo e astro do Golden Racket, que o Troféu Serena Williams é seu!

Troféu Toureiro – ROGER FEDERER

Rafael Nadal chegou a Londres como um verdadeiro touro miúra, soltando fogo pelas ventas e louco pra detonar qualquer adversário que aparecesse pela frente. Pior ainda, veio no estilo Serena Williams.

Não é pra menos. O título do ATP Finals era o único troféu importante que o espanhol ainda não detinha. Seu maior rival, Federer, vinha de um ano meia-boca. A arena estava armada para o espanhol brilhar.

Estaria tudo perfeito se Federer não tivesse decidido jogar algo perto de seu melhor tênis na final. O que, em se tratando de Federer, significa perto da perfeição.

O suíço, vestido a caráter de vermelho-flamenco, executava golpes fantásticos, enquanto o touro miúra corria enfurecido e tentava em vão abater o capote vermelho que sacolejava do outro lado da rede. Olé!

Por ter toureado com maestria o número 1 do mundo, por reacender a maior rivalidade do tênis atual e por nos devolver a esperança em ver uma luta épica pelo topo do ranking em 2011, nosso herói Roger Federer leva pra casa o Troféu Toureiro!

E este foi o fim apoteótico de uma temporada eletrizante. O Australian Open está logo ali na esquina, e o Golden Racket vai estar a postos, de olho em quem vai continuar brilhando em 2011.

O Golden Racket altruisticamente se oferece para dar um banho de sal grosso em Novak Djokovic.

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A hora de Soderling? Tomara que não…

Postado em Destaques, Top Spin


Se tem um jogador da atualidade por quem não tenho a menor simpatia é o sueco Robin Soderling. Principalmente, desde que ele imitou o espanhol Rafael Nadal durante uma partida em Wimbledon. E perdeu, como quase sempre. Não me lembro de um deboche tão grande com um adversário como aquele gesto infeliz do sueco.

Pois quis o destino que a maior vitória da carreira do sueco fosse justamente contra o Rei do Saibro, ano passado, nas oitavas de Roland Garros.

A partir daí, verdade seja dita, o tênis do sueco só fez evoluir, provando que confiança é tudo em qualquer esporte. Principalmente no tênis.

E com a confiança nas alturas (acaba de alcançar o melhor ranking da carreira), o ‘simpático’ Soderling disputará, a partir de domingo, o ATP Finals de Londres, torneio que reúne os oito melhores da temporada.

Pelo que o bi-vice-campeão de Roland Garros vem jogando, não é nenhum exagero apontá-lo como um dos favoritos. Afinal, no domingo passado, o agora número 4 do mundo conquistoui seu primeiro Masters 1000, em Paris.

Antipatia por Soderling à parte, foram impressionantes o sangue frio e a precisão do sueco em sua brilhante campanha em Paris. Especialmente nas semifinais, contra o anfitrião Michael Llodra. O número 4 do mundo salvou três match points no peito e na raça.

Agora, manterá o sueco a excelente fase e conquistará, também, o título em Londres?

Sinceramente? Tomara que não…

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A prova dos oito

Postado em Divã do Daszma

Nadal

Com o fim do ano se aproximando é também a hora das provas finais. Foram muitas semanas de exercícios, simulados, provas importantes, outras nem tanto, tudo visando a grande prova final. É o momento de ver quem será o aluno que mais se destacará e quem terá que passar mais horas nas quadras durante as férias natalinas. Os oitos melhores se classificaram para o Exame final, mas apenas um conquistará o cobiçado prêmio, que pode chegar a pouco mais de US$ 1.500 e 1500 pontos no ranking. Nada mal, não?!

Também está em jogo uma generosa pitada de confiança para a pré-temporada e o sentimento de dever cumprido em 2010. Um mau resultado pode gerar incertezas no aluno e alterar o calendário das férias escolares. E, claro, horas no divã, ao invés de curtir uma boa praia com sol, sombra e água fresca.

Ao fim da exaustiva temporada, cada um dos alunos chega com um sentimento diferente ao exame final, cada um deles tem razões bem distintas para estar na disputa e para se esforçar ao máximo para levar todos os prêmios para casa.

O grupo dos nerds é liderado por Rafa Nadal que, como esperado, chega ao exame final com a média altíssima, venceu 3 dos 4 principais exames do ano e se poupou fisica e mentalmente. O grande teste para o espanhol, além de derrotar os outros concorrentes, é ver se a adaptação que o levou à histórica conquista em Nova Iorque será o suficiente para vencer também nas rápidas quadras cobertas londrinas. Roger Federer tentará provar que a derrota em Paris foi apenas mais uma demonstração de que há algo sobrenatural no Palácio de Bercy. O suíço carece de um resultado expressivo nas provas importantes, o último foi há quase um ano na Austrália. O sérvio Novak Djokovic chega ao exame final menos badalado do que de costume, muito em razão da surpreendente derrota para Michael Llodra em Paris. Uma má campanha em solo londrino poderá abalar a confiança de Nole e prejudicar a equipe da Sérvia, que disputa, já na semana seguinte ao ATP Finals, o título da Copa Davis com a França. Recém chegado ao grupo dos 4 melhores, o sueco Robin Soderling tentará provar que o título na semana passada, mesmo tendo derrotado apenas um top 10, não foi mero golpe de sorte.

Berdychfanfarrão

A turma do fundão que se classificou promete dar trabalho. Até pouco tempo atrás Andy Murray era o patinho feio dos nerds, por ser o único sem um troféu de Grand Slam. O ano do escocês não foi dos melhores, e, mais uma vez, ele terá a chance de se redimir em casa diante de sua torcida. Único estreante no exame final, o tcheco Tomas Berdych chega ao torneio final por ter feito ótimas campanhas em Roland Garros (semifinal) e Wimbledon (vice-campeão). Berdych parece ser o mais fanfarrão da turma do fundão, mas tentará provar que os ares londrinos lhe fazem muito bem. O espanhol David Ferrer chega ao ATP Finals devido à sua habitual regularidade no fundo de quadra. Ferrer quer provar que não será o bônus que todos apostam. O espanhol é guerreiro e promete vender caro cada derrota. Pela oitava vez seguida, o americano Andy Roddick disputará o torneio final. A-Rod tentará provar que seus potentes saques podem levá-lo à inédita conquista no exame final.

Quem levará nota 10 no exame final? E quem terá motivos para se preocupar durante as férias de fim de ano?

Bate-pronto:

- O sorteio dos grupos colocou de um lado Nadal, Djokovic, Berdych e Roddick; e de outro, Federer, Soderling, Murray e Ferrer. Teoricamente, o segundo grupo é mais equilibrado, mas Nadal tem em seu grupo três adversários com características que se adaptam melhor às quadras rápidas cobertas. Será um grande teste para o espanhol que se poupou bastante depois da conquista em NY.

- Começou ontem o challenger de Niterói disputado em quadras de saibro. A carioca Ana Clara Duarte, principal esperança brasileira, venceu em sets diretos a argentina Aranza Salut, 63 64. Clarinha aproveitou que a adversária estava afobada e, mais consistente, saiu com a vitória. Na próxima rodada a adversária será a austríaca Tina Schiechtl, que eliminou a brasileira Monique Albuquerque. Convidada pela organização, a pernambucana Teliana Pereira derrotou a lucky loser francesa Elixane Lechemia, por duplo 62. Teliana vem numa boa crescente e pode ir longe nesse torneio. Fica a torcida do blog para um título brasileiro em Niterói.

- Na semana passada, a Federação Russa de Tênis elegeu os melhores do esporte em 2010. Entre as mulheres os destaques foram Vera Zvonareva, melhor tenista profissional, e Daria Gavrilova, melhor juvenil. Títulos merecidos, já que Vera chegou a duas finais de Grand Slam e a vice-liderança do ranking feminino, e Gavrilova venceu as Olimpíadas juvenis e o U.S. Open da categoria. A federação elegeu Mikhail Youzhny como melhor entre os homens.

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Soderling bate Monfils e conquista o Masters de Paris

Postado em Notícias

Globoesporte.com

Robin Soderling entrou em quadra sob os olhares desconfiados dos franceses. Um dia antes, ele impediu que Michael Llodra chegasse à final do Masters 1.000 de Paris e medisse forças com o compatriota Gael Monfils.  Neste domingo, a torcida esperava que fosse diferente. Monfils entrou na decisão motivado por ter eliminado Roger Federer e atrás do seu primeiro título no torneio. Mas o sueco queria o mesmo. E não encontrou tanta dificuldade para alcançar o objetivo. Venceu por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 7/6 (7/1).

Leia a íntegra aqui.