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A primeira grande zebra da temporada

Postado em Destaques, Divã do Daszma


http://www.youtube.com/watch?v=B9ctkdSDRTg&feature=player_embedded

O ano mal começou e já vimos muitas coisas: Maria Sharapova soltou gargalhadas em uma divertida entrevista em Auckland; Federer já deu mostras que sua porção de genialidade é infinita; Rafa Nadal aplicou pneu no primeiro jogo, mas também levou o troco no jogo seguinte, contra o eslovaco Lucas Lacko; e, para colocar cereja no nosso bolo de boas vindas a 2011, eis que surge a primeira grande zebra na WTA. Assistiu ao do vídeo acima? Grave bem as gragalhadas da moça em sua cabeça, pois estes foram os últimos momentos de alegria da musa russa na Nova Zelândia…

Em seu terceiro jogo em Auckland, Sharapova foi eliminada pela húngara Greta Arn, que ocupa a modesta 88ª colocação no ranking da WTA, e teve que salvar 5 (!!!) match points em seu jogo de segunda rodada, contra Sofia Arvidsson.

A grande verdade é que o resultado das quartas de final do WTA só pode ser considerado surpreendente no “papel” e quando comparamos os currículos das duas tenistas, porque na quadra, o que se viu, foi a superioridade da tenista. Sharapova nunca se sentiu à vontade, nem mesmo quando liderou o segundo set com uma quebra de vantagem. A russa errou demais e pouco incomodou a húngara no primeiro set.

Resultados surpreendentes são comuns no tênis feminino, ainda mais no início da temporada, mas a derrota deve servir de alerta para Maria Sharapova. Já no jogo de ontem, a musa russa sofreu muito para vencer a desconhecida Renata Voracova. A tenista tcheca tem seus melhores resultados nos torneios de duplas.

No outro torneio da semana, o WTA de Brisbane, a zebra também deu uma passeada, mas o estrago foi menor. As derrotas de Samantha Stosur e Shahar Peer, as duas principais cabeças-de-chave, diante de Jarmila Groth e Lucie Safarova, respectivamente, são bem menos impactantes do que o revés de Sharapova na Nova Zelândia. Tanto Groth quanto Safarova possuem mais recursos do que Arn e Voracova.

Por falar em Brisbane, vem da Austrália o melhor vídeo de highlights até o momento. No jogo entre as duas melhores australianas do ranking sobraram winners, belas jogadas e pontos disputados. No final, a agressividade da de Jarmila Groth falou mais alto, e ela saiu com a vitória, eliminado a principal favorita ao título. Veja abaixo os melhores momentos da vitória da simpática Groth.

Bate-pronto:
- Mais russas começaram o ano decepcionando: Nadia Petrova, terceira favorita, foi eliminada na primeira rodada de Brisbane diante da ascendente tcheca, Petra Kvitova. Svetlana Kuznetsova até venceu bem na primeira rodada na Nova Zelândia, mas caiu, de virada, para a atual campeã dos Jogos Asiáticos, a chinesa Shuai Peng;

- Já a ex-número 1 do mundo, Dinara Safina lutou, como é de costume, mas foi eliminada por Yanina Wickmayer, em seu primeiro jogo no WTA de Auckland. Além dos vários erros não forçados, o que os fãs também perceberam é que Safina não é patrocinada mais pela Adidas. Ainda não se sabe quem irá substituir a marca alemã que acompanhou Safina desde o início da carreira;

- Visando uma melhor preparação para o Australian Open, Maria Sharapova pode pedir um convite à organização do WTA de Sydney, evento que acontece na próxima semana. Por enquanto dois dos quatro convites já foram concedidos às australianas Jelena Dokic e Anastasia Rodionova.

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A hora da virada

Postado em Hoje é Dia de Maria

Aguardando a hora da virada para 2011, voltei a pensar no que faltou pra campanha de Sharapova em 2010. Além de títulos importantes, faltaram vitórias contras as tops. Olhando para as 10 melhores do Ranking WTA ao final deste ano, sem considerar Dementieva – que se aposentou – foram 5 confrontos. Os resultados da campanha de Maria contra as tops, em ordem de Rank.

1.Perdeu a final de Birmingham para a número 11, Na Li 16 75.

2.Perdeu a final de Stanford para a número 10, Victoria Azarenka, 46 16.

3.Perdeu nas oitavas de Wimbledon para a número 4, Serena Williams, 67 46.

4.Perdeu a final de Cincinnati para a número 3, Kim Clijsters, 62 67 26.

5.Perdeu nas oitavas do US Open para a número 1, Caroline Wozniacki, 36 46.

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Resultado: 0×5. É Maria, está chegando a hora do ano da virada: rumo ao topo da WTA em 2011.

Mas pra isto é preciso vencer as tops, né?

Sem tempo ruim…

… e caprichando no saque.

Eu acredito, e você? (leitor, não ela)

Feliz 2011 a todos e… Vamos, Maria!

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Notícias de Maria

Postado em Hoje é Dia de Maria

Hora de conferir as últimas notícias de Maria Sharapova, bora?

19/10 – Duas semanas depois da melancólica despedida do circuito WTA 2010, na derrota para Elena Vesnina no China Open, Sharapova foi pedida em noivado por Sasha Vujacic, jogador de basquete da NBA. Good for her, mas e a temporada de 2011? Ficará em segundo plano?

Parece que não…

24/11 - Sharapova confirma presença do WTA de Auckland, com início em 03 de janeiro de 2011.

Sharapova anunciada para o WTA de Auckland (NZL)

É sua primeira participação neste pequeno torneio (280 pontos no Rank para a campeã) na Nova Zelândia, que faz parte dos eventos que antecedem o Australian Open. Com seu Rank 18, Maria é a principal jogadora, seguida pela atual campeã Yanina Wickmayer (23),  Svetlana Kuznetsova (27) e Alona Bondarenko (36).  A lista de inscritas conta ainda com Dinara Safina e a própria Vesnina. Chance de revanche logo de cara, e de conquistar seu título número 23 antes do AO.

30/11 - Chega a melhor notícia de todas. Sharapova é confirmada para o time da Rússia da Fed Cup (copa das federações do tênis feminino). O time se completa com  Svetlana Kuznetsova, Dinara Safina e Anastasia Pavlyuchenkova.

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Sinal de que ela está pensando na participação das Olimpídas em 2012, pois um regulamento exige a participação na Fed Cup nos 2 anos anteriores à competição.

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A notícia é tão boa que merece um post à parte.

05/12 - Jogo exibição na cidade de Monterrey (México).

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Maria aproveitou pra dar as costas ao ano de 2010 com uma vitória: 6-1, 7-5 contra Vera Zvonareva.

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Tá, não foi um jogo oficial, mas Verinha é a número 2 do circuito e o resultado me anima.

.06/12 – Mais um prova de que a carreira está em foco. Anunciada a contratação de mais um técnico, o sueco Thomas Hogstedt. Ele já trabalhou com a chinesa Na Li e o alemão Tommy Haas.

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Tomara ele seja tão carinhoso com Maria como na foto ao lado, abraçando Sara Foster, mulher do Haas… mas não exagere Thomas, Sasha pode não ser tão compreensivo como Tommy.

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07/12 - Finalmente, outra notícia importantíssima: revelado  o vestido para o Australian Open 2011.

- Muito parecido com o de Roland Garros 2010 (esquerda) mas aí é assunto pra , né?

- Ainda não está no ar o novo site de Sharapova, quando entrar eu volto aqui pra comentar, ok?

Agora você:

Qual foi a melhor notícia até agora para 2011?

Até!

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Maria em 2010

Postado em Hoje é Dia de Maria

O que esperar de um ano em que se toma um psiu como este logo na primeira rodada do primeiro Grand Slam? E logo de Maria 2, ou Maria “A Outra”, ou Little Masha, então 58 do Rank? Foi um começo de desanimar os fãs mais otimistas.

Mas 2010 acabou sendo um ano até que razoável. Foi um ano em que pudemos esquecer da lesão no ombro que provocou uma cirurgia e muitas desconfianças em relação ao ritmo de torneios de Sharapova.

Esteve presente em 15 torneios e nos 4 Grand Slams. As estatísticas melhoraram durante o correr do ano, aces superando as duplas-faltas, winners os erros não forçados. O saldo final não foi, em termos de resultados, dos melhores na carreira. Mas foi melhor que 2009, pelo menos considerando suas algozes nos Grand Slams: ausência e derrotas para Cibulkova, Dulko e Oudin ano passado, contra eliminações diante de Kirilenko, Henin, Serena e Wozniacki este ano.

Sem contar o AO’10, Sharapova teve grandes oportunidades de chegar a uma final. Com jogos que ficaram com gosto do quase, de que podia ter ido adiante. Quase bateu Henin no saibro, quase roubou o primeiro set de Serena na grama, fazendo dele uma batalha (9-11 to tie-break). Parece pouco? Serena vinha de 3 pneus seguidos no primeiro set e terminou campeã, invicta em sets. Finalmente, era a favorita pra fazer a final contra Clijsters no US Open, contra quem quase saiu vencedora na quadra rápida de Cincinnati.

Mas o que faltou então, para que os resultados aparecessem? Na minha opinião, intensidade e regularidade, só isto… Só isto? Tento justificar.

Não vi evolução no jogo de Sharapova, mas também não enxerguei a necessidade de mudanças em seu repertório de golpes. O jogo dela é tão dominante (ou não) quanto antes da lesão. É suficiente pra se igualar a jogadoras que tem variação (como Henin e  Clijsters), a pancadeiras como ela (Venus e Serena) e pra se sobrepor às melhores devolvedoras, como Wozniacki. O que faltou foi regularidade na execução de seus golpes preferidos - a mesma regularidade que sobrou a Wozniacki no segundo semestre da temporada.

Aliás, o jogo contra Carol foi emblemático. Muitos não gostam do jogo da miss sunshine do circuito, mas eu gosto e valorizo. É extremamente consistente, ela corre a quadra toda (só na linha de base, se deixarem, mas em toda a quadra, se necessário), ataca pouco mas delvolve todas – com muita qualidade: se não fosse assim, não devolveria tantas bolas, os pontos não seriam tão longos - é uma questão de lógica, não?

Maria não venceu Carol, pela mesma razão aque Azarenka não venceu a número 1 em 2010. Trocar bolas com Wozniacki é uma tática suicida. E Sharapova errou fazendo algo que  alguns críticos cobravam dela: tendo paciência, prolongando a duração dos pontos. Na minha visão esta tática não foi premeditada, e sim por falta de confiança. Fez o jogo da adversária porque o seu próprio jogo estava falhando, estava descalibrado. O saque já voltou a ter a eficiência – relativa – de antes. Mas a precisão e potência dos golpes de ataque ainda não foram os que estamos acostumados a ver. Nem vimos Maria explorar os ângulos e limites da quadra como ela sabe fazer.

Resumindo a cadeia causa-consequência: fator incógnito -> irregularidade -> falta de confiança-> erro tático -> derrotas. No centro desta cadeia está a palavra-chave: confiança.

Para o fator incógnito é que eu não tenho um diagnóstico: aí cabe a nós especular. Falta de treinos? De motivação e foco na carreira? Eis a questão a se decifrar. Seja qual for o motivo, que não sei responder, acredito que não se repetirá em 2011. Ao menos pelas declarações de Sharapova neste final de ano, dizendo que pretende vencer mais um Grand Slam e voltar ao top 5 da WTA. Eu acredito!

Para ilustrar – ou derrubar - minha tese, um game de Maria x Carol no US Open 2010.

Agora você:

- Concorda em que não faltem novos golpes ao jogo de Sharapova?

- Qual foi o fator para a falta de regularidade nas atuações de Maria em 2010?

- Acredita, como eu, num bom ano em 2011?

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Uma canção para Maria

Postado em Hoje é Dia de Maria

Ei, músicos do mundo todo, por favor escrevam uma canção à altura de Sharapova! Senão ela vai ficar dançando com essa carinha triste aí do lado.

Inspirando no Post da Bárbara, que nos trouxe o rap  “Woz Woz”, fui buscar uma música para Maria. (É rap mesmo? Não entendo muito de estilos musicais rs)

Aqui no Brasil ela teve algumas homenagens… mal sucedidas. Lembrei que em 2007 fizeram um clip pra Maria. Se a Wozniacki ganhou um rap, Sharapova ganhou um funk. Péssima idéia. Engraçadinho, mas ordinário.

Um outro compositor teve boa vontade – mas uma inspiração apenas razoável, eu acho.

Ok, então vamos procurar lá fora. Este aqui começou bem – mas parou no refrão. Pena.

Desisto,  vou ficar com um clássico.  A música é “Maria”, do grupo Blondie. As imagens são do Australian Open 2008.  Combinação perfeita. Até que alguém me prove o contrário, a melhor música “acidental” no melhor clip musical do youtube para Maria Sharapova.

Agora você:

- O que achou dos clips? Tem algum pra indicar? Não quer compor um?

- Pode cornetar à vontade, estou devendo um post de análise sobre Sharapova. No início de dezembro eu publico o primeiro, ok?

Até!

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Ela riu!

Postado em Hoje é Dia de Maria

Uma das características mais marcantes de Sharapova é sua postura em quadra. Ela é tão concentrada durante os jogos, que muitas vezes seu comportamento é interpretado como arrogância. Erroneamente, que fique bem claro.

Em quadra, ela não é sorridente como  Wozniacki. Tão pouco se desespera como Safina ou chora como Zvonareva. Nem deixa transparecer seus sentimentos como Azarenka. 

Ela é apenas fria e concentrada: simples assim.

Mas, viajando pelo youtube, descobri que pelo menos uma pessoa consegue tirar Maria do sério durante um partida: quisera fosse eu, mas é seu técnico, Michael Joyce. Veja porque.

Amelia Island 2008:  o saudoso jornalista Rui Viotti se encanta com o charme de Maria.

Charleston 2008: MJ tentar motivar sua pupila em jogo contra Serena Williams.

Agora você:

- Tente advinhar o que Michael Joyce quaaaaase disse no segundo video.

- Conhece outro video onde Maria aparece rindo durante um jogo? Envie um e-mail pra mim com o link, que eu faço outro Post sobre este assunto tão relevante rs.

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Tênis e música

Postado em Destaques, Love Game

Olá, futuro leitores. Sim, todos vocês quatro.

Bem vindos ao Love Game: um blog sobre tênis. (E não um site de namoro, como alguns colegas do Teniscópio disseram que o nome parecia. Não vou citar nomes. Alexandre Cossenza.)

Tenho certeza que alguns de vocês estão se perguntando da onde vem esse nome engraçado e, além diso, genial. Bem, ele vem de uma canção homônima da cantora Lady Gaga. Para quem não a conhece, ela se assemelha a uma Serena Williams da música pop — só que com roupas menos espalhafatosas. A música é considerada ‘um hino do tênis’ por pessoas influentes da mídia, como, por exemplo, essa jornalista chinesa:


Clicando na imagem da jornalista, pode-se ver Roger Federer (tipo uma Celine Dion do tênis) comentando sobre a canção. O vídeo não tem legendas, mas, por alto, é isso que ele diz:

‘Love Game’ é uma música muito boa. Porém, não entraria no meu GAGA 4 TOP 5. Ela tem músicas superiores, como a perfeição pop ‘Dance In The Dark’ e a constantemente subestimada ‘Beautiful Dirty Rich’. Porém, é importante ressaltar que melhor que as canções da diva é o blog ‘Love Game’ do Teniscópio.

Talvez não seja exatamente isso que ele diz. Tradução nunca foi meu forte. A questão é: tênis e música têm um elo muito forte. Um exemplo disso é a famosa participação do número um do mundo, Rafael Nadal, no clipe de Gypsy da cantora colombiana Shakira. Além disso, muitos tenistas já mostraram o seu talento nato para o mundo das melodias.

Os irmãos Bryan, maiores vencedores de títulos de duplas (66 ao todo), levaram a sua pareceria para os estúdios. Pode-se dizer que, hoje em dia, eles são quase tão relevantes para o rap quanto são para o tênis. Ano passado, eles lançaram o hit Autograph, que contou com a participação de Novak Djokovic e Andy Murray.

Acho que todos nós pensamos ‘Nossa! Esse daí tem mó pinta de rapper’ quando olhamos para o rosto de Andy Murray. Nada diz ‘bad boy’ como um homem de saia xadrez.

Outro tenista americano que obviamente é um tenista tão bom quanto é rapper é o aposentado Vince Spadea.

Acho que esse dispensa comentários. Me surpreende que ele nunca tenha lançado um álbum. Todo esse talento não deveria ser desperdiçado em uma quadra de tênis.

Essa ideia de se aventurar no mundo da música não se restringe somente aos homens. A top 40 alemã Andrea Petkovic cantou, em sua língua materna, numa música da banda Phill Fill chamada Ich will’ne Band sein. Ironia à parte, a faixa é escutável e está disponível online no site oficial da tenista. Mas também, né, todos sabem que a Petkorazzi não faz nada errado. Só amarela. Múltiplas vezes.

Não são só os tenistas que compõem canções sobre tênis. Com a facilidade de transmissão de músicas online, hoje em dia vemos muitos fãs fazendo canções sobre tênis. Elas são igualmente boas às músicas que os atletas escrevem.

Uma das minhas canções favoritas desse ‘gênero’ é Woz Woz, sobre a dinamarquesa número um do mundo Caroline Wozniacki. Espero ansiosamente o dia que dançarei Woz Woz na boate.

No rap Sportscenter de John Fresh Beez, a referência ao tênis não é tão clara. A batida que carrega a música, é nada mais nada menos, do que os ‘gemidos’ da recém-aposentada russa Elena Dementieva.

A influência de Dementieva não encerra aí. A banda americana Blue Dog And Sponge Cake escreveu uma música para ela e sua contemporânea Maria Sharapova. A canção, chamada Dementapova, não é exatamente o que se chame de classuda, diferentemente de todas as outras músicas acima. Obviamente. A própria Dementieva já apareceu em um videoclipe. Em 2006, a russa atuou no clipe de Kak Ty Prekrasna de Igor Nokalev, um artista de seu país.

Me supreende que essa música não foi hit no Brasil.

Outra tenista que atuou em um videoclipe foi a ex-número um do mundo Justine Henin. Ela participou do clipe Soleil Soleil da cantora belga Lara Fabian. Só existe uma coisa melhor do que a Henin em um clipe de música. E isso é a Henin cantando e sapateando ‘ao vivo’ na televisão europeia.

Obrigada, YouTube.

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Dia de Maria

Postado em Hoje é Dia de Maria

Sou nascido e criado na capital de São Paulo, estudei Ciências da Computação e Matemática na USP e trabalho na área de informática.

Meu interesse pelo tênis começou assim que chegaram as primeiras transmissões na TV do Brasil. Vi as gerações de Borg, Connors, McEnroe e Navratilova. Nunca peguei numa raquete, mas fui gostando cada vez mais de observar os duelos táticos, técnicos, físicos e emocionais de uma partida de tênis.

Um pouco antes do surgimento de Guga, meu interesse pela WTA era maior que pela ATP, como voltou a ser atualmente. Muito disto se deve ao fato de eu ter visto as extraordinárias conquistas de Martina Hingis. Mas diria que Anna Kournikova também teve alguma culpa nesta parte da história rs.

Cheguei a pensar que fui fã de Sampras, Agassi, Hingis… mas só descobri a dimensão exata do significado de ser fã com Gustavo Kuerten. E, sete anos mais tarde, com Maria Sharapova. Creio que encontrei em Maria uma combinação perfeita. A beleza de Kournikova com a precocidade de Hingis!

Após a o título do US Open 2006, senti necessidade de extravasar meu fanatismo por Sharapova. Comecei a mandar e-mails quase diariamente pros meus colegas de escritório, com textos, fotos, videos, notícias… como se fosse um blog. Foram mais de 150 no período de um ano.

No final de 2007, conheci o Saque e Voleio, do Alexandre Cossenza. Era um novo espaço pra mim, que nunca havia participado de um blog ou algo parecido. Comecei logo cornetando um post dele,  sobre a derrota de Sharapova pra Radwanska no US Open. Mas, como diria o Rick de Casablanca,  a moça seguiu sua vida e deu-se início a uma grande amizade. Tanto que, recentemente, fui convidado a fazer parte do Teniscópio.

Se no SeV eu fui inconveniente muitas vezes por falar de Maria em qualquer assunto colocado, aqui não terei este problema. Porque esta coluna é totalmente dedicada a ela, Maria Sharapova. Pretendo contar suas histórias, fazer análises pré e pós jogos, torneios, ou apenas fofocar. E se ela se ausentar de vários torneios, não importa: porque pra mim, todo dia é dia de Maria!

Video: tributo de um fã aos 20 primeiros títulos de Sharapova.

Agora você:

Como se define em relação a Maria?  Goste ou não dela, sua opinião é bem-vinda…

Comente!