Está no ar o terceiro VárzeaCast Games da temporada!
Nesta edição temos um duelo nordestino entre nossa Produção Filipe Ribeiro, de Pernambuco, e o desafiante convidado Alisson Valério, de Alagoas.
Seguindo as regras do jogo, os “”"atletas”"”" escolheram 3 temas cada. Filipe escolheu Eugenie Bouchard como tenista, China Open como torneio e Olimpíadas Londres 2012 como tema random. Já Alisson escolheu Maria Sharapova, Australian Open 2012 e Sheilla Castro, respectivamente. Enquanto Lays Guerrero e Victor Abadio comandam a várzea dessa semana.
Não esquecam de comentar aqui, no Twitter com a hashtag #varzeacast ou no 40-love!
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Trilha sonora (por Filipe Ribeiro com o tema Eletrônico):
01. Tiësto – Adagio For Strings
02. Underworld – Always Loved A Film (Instrumental)
03. High Contrast – Emotional Vampire
04. Gareth Emery feat. Christina Novelli – Concrete Angel
05. Underworld – Minneapolis (High Contrast Remix)
06. The Chemical Brothers – Galvanize
07. Hot Chip – Ends of the Earth
08. U2 – Where the Streets Have No Name (High Contrast Remix)
VárzeaCast da vitória no ar!
Antes tarde do que nunca, né?
Pecamos na data de publicação do cast, mas compensamos com a nossa melhor performance de humor até a presente data. Sério.
Falamos da vitória de Sharapova em Stuttgart, dos torneios ATPs das semanas passadas, de jogadora que nem jogou e, pasmem, de capivaras.
Nossos membros varzeantes estavam inspirados no domingo da gravação e capricharam nas sambadas na cara entre si e até mesmo no público. Óbvio que não poderiamos deixar de falar mal de quem fala coisa que não deve e mais óbvio ainda que isso não seria deixado de fora da edição final do programa.
Esperamos que gostem dessa delícia de cast e não esqueçam de comentar aqui ou no Twitter com a hashtag #varzeacast!
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Neste podcast:
00:44 – Apresentações
03:25 – WTA de Stuttgart
38:54 – Bloco ATP: Monte Carlo, Barcelona e Burareste
55:28 – Leitura de comentários
1:06:26 – Despedidas
1:08:51 – Bloopers
Trilha sonora (Esta semana por George Galli):
1. Funk da Sharapova
2. Caroline Wozniacki – Oxygen
3. Ke$ha – Your love is my drug
4. Madonna – Give me all your luvin’
5. Britney Spears – Toxic
6. Beyoncé – Sweet dreams
7. Cyndi Lauper – Girls just want to have fun
8. Sade – By your side (Neptunes remix)
9. Sade – No ordinary love
10. Avril Lavigne – Nobody’s home
11. Ke$ha – We R who we R
12. The Cure – A forest
13. The Smiths – Bigmouth strikes again
14. REM – Losing my religion
15. Duran Duran – Come undone
16. t.A.T.u – All the things she said
17. Crowded House – Don’t dream it’s over
18. The Smiths – This charming man
19. Michael Jackson – Billie Jean
Acabou a temporada dos dois quase-Grand Slams que acontecem back-to-back nos dois extremos dos Estados Unidos. Os dois número 1 do mundo, Djokovic e Azarenka, levaram pra casa cada um o seu. Aga Radwanska, que anda ciscando em torno do topo do ranking há algum tempo, também saiu sorridente. Enquanto isso, a grande novidade foi o triunfo de Federer, que faturou Indian Wells batendo Rafael Nadal na semifinal. OK, como se Federer ganhando um título de Masters 1000 fosse uma grande novidade.
Para outros, entretanto, a sorte não foi tão generosa. A número 1 Victoria Azarenka socou as próprias coxas, derramou lágrimas e borrou o rímel ao ser derrotada por Marion Bartoli em Miami e colocar um ponto final em sua série de 26 vitórias. Andy Murray foi Andy Murray e perdeu a final de Miami para Djokovic. Mas para uma jogadora em particular, o primeiro trimestre do ano foi especialmente marcante.
Ah, tá, Sharapova
Em meados do ano passado, quando ninguém aguentava mais ver Caroline Wozniacki como número 1 do mundo e as lesões pareciam ter dado um break pra Sharapova, parecia que a russa voltaria para reclamar de vez o primeiro posto do ranking, quando alcançou a final de Wimbledon (aquele mesmo). Mas, ao invés de brilhar, Maria foi ofuscada por Petra Kvitova, que despontou como aquela que tinha tudo pra ser a nova rainha do tênis, mas que acabou terminando o ano como número 2.
Veio 2012, e logo em janeiro já começava o primeiro Grand Slam do ano. O lado WTAno do Australian Open já iniciava o ano em polvorosa, quando um bando de jogadoras entravam na chave com chance de se tornar número 1 do mundo. Pois Sharapova, uma das candidatas, levou toda sua experiência à final contra Victoria Azarenka. E aí começou a sina vascaína da musa russa. Maria perdeu para Vika com direito a pneu, deixando mais uma vez os holofotes sobre a adversária. Azarenka ganhou seu primeiro título de Grand Slam e virou número 1. Sharapova? Fuéns.
Tudo bem, ainda tem Indian Wells e Miami
Depois de uma aparição discreta em Paris, Sharapova seguiu para Indian Wells como número 2 do mundo, no encalço de Vika. Antes do torneio, porém, um sinal de mau agouro: em jogo-exibição contra a fanfarrona Caroline Wozniacki, que lá pelas tantas resolveu entregar a raquete na mão do namorado, Sharapova conseguiu a proeza de perder um ponto para o golfista Rory McIlroy.
Apesar do fiasco contra o golfista da Wozniacki, Maria conseguiu emplacar outra campanha fulminante em Indian Wells, deixando as musas Maria Kirilenko e Ana Ivanovic pelo caminho para chegar novamente à final. Novamente, contra Azarenka. E novamente, um vice.
Tudo bem, ainda tem Miami
Em Miami, Vika acusou o cansaço contra Bartoli e não conseguiu chegar à final. Sharapova parecia franca favorita para conquistar seu primeiro título na temporada até se deparar com Radwanska na final. A polonesa, que também tem em Azarenka sua espinha atravessada na garganta, derrotou Maria em sets diretos. Sharapova ficou com o vice. De novo.
Bitch!
Não tenho acompanhado assim tão de perto a evolução (ou não) de Sharapova durante este ano. Ouvi de fontes seguras (certo, George?) que Maria tem tentado fugir um pouco do seu feijão-com-arroz de dar pancadas na bola da maneira ensandecida, o que é sempre um alívio. Eu particularmente tenho achado a sua campanha este ano bastante peculiar. Na minha opinião, Sharapova não é uma jogadora de vices. Ela tem a força mental e a experiência para sobrepujar as adversárias nos momentos decisivos. Supus que poderia ser alguma espécie de bloqueio psicológico contra a Vika, ou simplesmente uma superioridade flagrante da bielorrussa, mas a derrota para Radwanska jogou todas as minhas teorias pelo ralo. Também ouvi que poderíamos esperar uma recuperação na temporada de saibro. Sim, aquela superfície onde Sharapova disse se sentir uma “vaca no gelo”. Talvez a fome da russa por fechar seu Grand Slam possa lhe render uma boa campanha em Roland Garros, mas e até lá? Não tenho dúvidas de que Sharapova é uma jogadora campeã. Mas este ano, por enquanto, só o que tivemos foram Sharapovices.
Esse podcast já é histórico pois além de ser a segunda edição do game mais empolgante da sociedade tenística, é o primeiro podcast como uma convidada especial!
Ninguém mais que Ela, A Diva, A Poderosa, A Linda, Bê Arruda do Meninas Vodca.
O outro participante é o experiente e series regular, George Galli. Os assuntos escolhidos pelos bonitos foram: Maria Sharapóva (segundo a pronúncia do Georginho Paz & Amor), USOpen e Scarlett Johansson (George) e Roger Federer, USOpen também e (!) Esmaltes (Bê).
Continuamos com o quiz no primeiro bloco, mas nesta edição não temos o segmento dos grunts, então os apresentadores Lays Invicta Guerrero e Michel Figueiredo fizeram um novo segmento de segundo bloco chamado ‘Quem é essa pessoa ou De quem é essa frase?’.
Até semana que vem com um podcast sobre as loucas do YEC.
Aproveitem e não esqueçam de comentar depois!
Neste podcast:
00:55 – Apresentações
03:38 – Bloco 1 – Quiz
46:53 – Bloco 2 – Quem é essa pessoa ou De quem é essa frase?
59:17 – Discursos e despedidas
1:08:51 – Bloopers
Fim da temporada preparatória para Roland Garros, o mais controverso dos Grand Slams, e como no ano passado chegaremos a Paris sem uma grande favorita a levantar a Coupe Suzanne Lenglen. Geralmente, o melhor parâmetro para apontar a favorita de um Grand Slam é analisar os resultados dos grandes torneios que antecederam o evento, no caso Madrid e Roma. Já sabemos que a tcheca de espírito guerreiro, Petra Kvitova, venceu Azarenka há duas semanas, sagrando-se campeã do fortíssimo WTA de Madrid. E em Roma, o que se aconteceu? Eu te conto já, já. Mas, antes de chegarmos à grande final do Foro Italico e, consequentemente, em sua campeã, falemos das coadjuvantes da semana. Estiveram em Roma as únicas três campeãs de Roland Garros ainda em atividade, Ana Ivanovic,Svetlana Kuznetsova e Francesca Schiavone. A russa Kuznetsova, a exemplo da semana anterior, caiu logo na primeira rodada do torneio, dessa vez diante da húngara Greta Arn, também conhecida como exterminadora-de-beldades-em-Auckland-2010, em um jogo que Kuznetsova até se esforçou, mas errou mais do que acertou e perdeu de virada. Campeã em Paris em 2009, a russa desistiu do WTA de Estrasburgo e vai para a capital francesa com a confiança em baixa, e já sabemos como isso pode terminar (clique aqui). A sérvia Ana Ivanovic começou muito bem o torneio, vencendo os 9 games disputados no jogo de estreia antes do abandono de Nadia Petrova. Mas, na segunda rodada, voltou a ser a tenista inconstante que tem sido, capaz de vencer um set com tamanha facilidade, mas de se complicar em meio de seus inúmeros erros e duplas faltas. A bela ainda tem no torneio de Estrasburgo a última chance de chegar a Paris com um nível de confiança um pouco maior. Ivanovic, alegando uma lesão no punho esquerdo, a musa sérvia desistiu do WTA francês. Atual campeã do Grand Slam francês e estrela local, Francesca Schiavone chegou às quartas de final em casa mais pela costumeira garra, do que pelo atual nível do seu jogo. Schiavone arrancou a vitória contra Hantuchova no coração, mas contra Stosur, adversária da final de Paris, os erros de backhand, voleio, forehand, falaram mais alto. Assim como Ivanovic, Schiavone também joga essa semana, mas diferente da sérvia, a atual campeã de Rolanga vai à Bélgica em busca de confiança para a defesa do título em Paris. Ah sim, você deve estar pensando “mas pera lá, a Serena Williams também não já foi campeã em Paris?” Sim, mas eu disse jogadoras em atividade…
Com Schiavone, Kuznetsova e Ivanovic fora do páreo a campeã deveria ser Wozniacki, Azarenka ou Stosur, certo? Errado. Vika Azarenka, (mais uma vez) contundida, foi eliminada nas quartas de final, quando perdia o segundo set (0-3), depois de ter vencido o primeiro, 6-4; a dinamarquesa, Carol Wozniacki, continuou sem sentir o gosto de vencer no saibro vermelho, e parou nas semifinais; e Sam Stosur (novamente) saiu com o vice-campeonato. A propósito, todas essas, além de Ekaterina Makarova e Shahar Peer, foram eliminadas pela campeã do torneio… a russa Maria Sharapova.
Uma vaca intrusa
Em 2007, após derrotar a americana Jill Craybas, por fáceis 62 61, a então vice-líder do ranking, Maria Sharapova, disse que se sentia como “a cow on ice” (vaca no gelo), justificando sua dificuldade de movimentação no saibro, em razão de não jogar com muita frequência no piso lento. Com seu bom humor, Sharapova simplesmente constatava aquilo que todos já viam, que seus golpes da linha de base eram menos eficientes na quadra lenta e, principalmente, que a russa era incapaz de se segurar em pontos longos, muito em função de sua alta estatura (1,88m).
E o que mudou, Sharapova deixou de ser uma “vaca no gelo”? Definitivamente não. E provavelmente nunca deixará. O deslocamento lateral melhorou consideravelmente, a paciência também, hoje a russa sabe a hora certa de ir para as linhas e, quando isso não é possível, a musa manda uma marretada no meio da quadra mesmo. Simples assim. Mas Sharapova continua patinando no saibro principalmente quando tem que correr na diagonal ou engatar um movimento brusco. Em Roma, a Dona Maria não só conquistou o torneio como mostrou que além de saber contra-atacar, está aprendendo se defender melhor. Por diversas vezes, em seus jogos – assisti a todos – Maria conseguia se defender colocando a bolinha para o outro lado no fundo da quadra, obrigando a adversária a começar o ponto novamente. A russa também, quando precisou, usou balões, bolas sem peso, sem esquecer-se de sua característica principal, o ataque pesado, principalmente, com o forehand cruzado, que, quando funciona, abre a quadra e possibilita que a russa mate o ponto com um winner. Ainda falta à sharapova uma maior habilidade na rede, em Roma, mais uma vez, a musa perdeu pontos ganhos com voleios mal executados. Mas ela já venceu três Slams sem saber voleiar, não será isso que irá determinar sua derrota. As vitórias da Maria na Itália a credenciam para uma boa campanha em Paris, não só pelo título, o maior conquistado nessa superfície, mas mais pelas adversárias derrotadas na campanha, Azarenka, Wozniacki e Stosur, todas candidatas a posar em algum ponto turístico da Cidade-Luz com o troféu de campeã no domingo, do dia 5 de junho.
Voltando à expressão “cow on ice”, Maria Sharapova levou um capote épico. Simplesmente, ELA CAIU COM A CARA NO CHÃO no segundo set da semifinal contra a Wozniacki. Sharapova perdeu o ponto e o game, mas com a frieza que lhe fez famosa, levantou-se, limpou-se, fingiu que nada havia acontecido, não se abateu, e depois da queda venceu 6 games, enquanto que sua adversária fez apenas mais um. O lance você pode conferir no vídeo abaixo, cortesia do amigo, George Galli, um dos maiores fãs da russa no Brasil.
Brincadeira à parte, o fato é que a exemplo do ano passado, quando venceu o modesto WTA de Strasbourg, sem ter enfrentado sequer uma top 40, Sharapova chegará a Paris após ter levantado um troféu, mas dessa vez com a confiança em alta e com chances de finalmente conquistar o tão falado Career Slam. As chances da russa são ainda maiores se analisarmos suas campanhas anteriores no saibro francês. Das algozes da russa nas edições anteriores em Paris, apenas duas estarão na disputa, a sérvia Ana Ivanovic (SF/2007) e Dominika Cibulkova (QF/2009), ambas em péssimo momento. Sharapova chega a Paris ainda em melhor forma física que Kim Clijsters, mais confiante que Vera Zvonareva e Francesca Schiavone, e sem a pressão que acompanham Caroline Wozniacki e Victoria Azarenka, as seis tenistas que hoje estão na sua frente no ranking da WTA. E o que Sharapova também tem que nenhuma outra tem, é a presença de seu noivo pé-quente-mediano-jogador-de-basquete-e-cheerleader-revelação, Sasha Vujavic. O moço tava numa empolgação nos jogos da Dona Maria, que sua presença em Roland Garros é obrigatória. E o casal já desembarcou em Paris, para a alegria dos fãs mais superticiosos.
Ainda em Roma, mas agora falando das duplas, a chinesa Peng Shuai conquistou seu segundo troféu em solo italiano, repetindo o sucesso de 2009, quando venceu a modalidade ao lado da taiwanesa Hsieh Su-Wei. Dessa vez a companheira foi a compatriota Zheng Jie, com que Peng está jogando esse ano, visando já os jogos olímpicos de Londres, em 2012. A dupla vice-campeã foi o dueto sensação do fim do ano passado, a cazaque (naturalizada) Yaroslava Shvedova e a americana Vania King. Com Shvedova plenamente recuperada da lesão no joelho, a dupla vai para Paris com boas chances de levantar a Coupe Simone Mathieu, e tentar repetir o sucesso alcançado em Wimbledon e no U.S. Open do ano passado. Para isso deverão medir forças com outras boas parcerias do circuito, tal como Peschke/Srebotnik, Dulko/Pennetta e Azarenka/Kirilenko, entre outras que podem surpreender no piso lento francês.
Bate-pronto:
- A uma semana do início do torneio de Roland Garros, algumas jogadoras tentarão fazer os últimos ajustes para o Grand Slam francês nos dois torneios da semana. Em Bruxelas, Wozniacki e Zvonareva lideram a chave que ainda conta com Schiavone e Jelena Jankovic, entre as favoritas. Já em Estrasburgo, Marion Bartoli é a principal cabeça de chave, mas no saibro as chances de título da francesa são pequenas. Assim, Ivanovic, Petkovic, Hantuchova e Kirilenko surgem como principais favoritas;
- A boa fase da russa Maria Sharapova, que já acumula 2.540 pontos no ano, com duas finais disputadas e um título conquistado, a credencia também para voltar ao WTA Championships, torneio que a musa não disputa desde o ano de 2007. No mais recente ranking divulgado, Sharapova aparece na quinta colocação na temporada. A líder é a dinamarquesa Caroline Wozniacki, com 4.586 pontos conquistados;
- Ana Clara Duarte, nossa número 1, foi eliminada na segunda rodada do quali do WTA de Estrasburgo, diante da americana Ahsha Rolle. A carioca agora espera por um milagre, em forma de 15 desistências, para entrar no quali de Roland Garros, que começa na próxima quarta-feira, também conhecido como amanhã;
- Vivian Segnini caiu na primeira rodada da chave principal do CH de Raleigh, nos EUA, diante da canadense Sharon Fichman. A paulista agora jogará dois torneios em Itaparica, na Bahia. A catarinense, Maria Fernanda Alves, também não passou da primeira rodada no torneio da Carolina do Norte. Nanda foi eliminada pela eventual finalista, Camila Giorgi, por duplo 6-2;
- Petra Kvitova (9ª), finalista do Challenger de Praga, Julia Goerges (18ª), Jarmila Gajdosova (25º), Greta Arn (40ª) e Anastasia Pivovarova (95ª), alcançaram nessa semana seus career-hight ranking.
- O qualifying de Roland Garros começa nessa quarta-feira e não só de jogadoras desconhecidas, que buscam seu lugar ao sol, viverá a fase prévia. O torneio qualificatório terá também jogadoras que já tiveram seus 15 minutos de fama, como Kateryna Bondarenko, Sabine Lisicki, Mandy Minella, Michelle Larcher de Brito, Aleksandra Wozniak, entre outras.
- Campeãs dos Challengers da semana:
$100K Praga, República Tcheca:
Simples: (4)Magdalena Rybarikova (SVK) d. (1)Petra Kvitova (CZE) 63 64
Duplas: (3)Cetkovska (CZE)/Krajicek (NED) d. (4)Lee-Waters (USA)/Moulton-Levy (USA) 62 61
$50K+H Saint-Gaudens, França:
Simples: (4)Anastasia Pivovarova (RUS) d. (3)Arantxa Rus (NED) 76(4) 67(3) 62
Duplas: Garcia (FRA)/Vedy (FRA) d. Pivovarova (RUS)/Savchuk (UKR) 63 63
$50K Kurume, Japão:
Simples: Rika Fujiwara (JPN) d. (SE)Monique Adamczak (AUS) 63 61
Duplas: Oka (JPN)/Yonemura (JPN) d. (1)Fujiwara (JPN)/Tanasugarn (THA)
$50K Raleigh, EUA:
Simples: Petra Rampre (SLO) d. (6)Camila Giorgi (ITA) 63 62
Duplas: (1)Fichman (CAN)/Pelletier (CAN) d. Capra (USA)/Muhammed (USA) 61 63
$50K Reggio Emilia, Itália:
Simples: (6)Sloane Stephens (USA) d. (1)Anastasia Yakimova (BLR) 63 61
Duplas: (4)Ferguson (AUS)/Peers (AUS) d. (3)Giovine (ITA)/Irigoyen (ARG) 64 61
$25K Zagreb, Croácia:
Simples: (8)Natalie Piquion (FRA) d. (Q)Doroteja Eric (SRB) 63 36 61
19 de abril de 2001. Ao completar 14 anos, Maria Sharapova começou sua carreira profissional. Espero que ela perdoe este singelo post pra celebrar seus 24 anos de vida.
E dífícil escolher apenas 10 fotos para um mito, uma lenda da WTA.
Essa menina que imortalizou o gesto de campeã.
Menina que consagrou os rituais de quadra
E se tornou mulher, musa, símbolo de uma década!
Que não é abandonada por seus fãs em hora alguma.
Fãs que sofrem junto com ela, que choram com ela.
Mas que sabem que ela não vai desistir tão cedo.
Que ela vai deixar pra trás as incertezas
E vai renascer novamente…Maria Sharapova, a eterna guerreira!
A derrota para a francesa Virginie Razzano na Fed Cup foi um sinal vermelhosobre as condições técnicas de Maria Sharapova. Perder em Moscou, na defesa da pátria russa e para uma jogadora mediana, já seria um péssimo sinal. Pela maneira como foi, pior ainda: 46 erros não forçados, 8 duplas-faltas, uma atuação desastrosa. Vi o jogo pelo live stream e vou dizer: tive pesadelos com a atuação de Sharapova.
As 3 péssimas atuações em Auckland, até que suportei bem. Consegui encarar até com bom humor aquele fracasso.
Depois veio a eliminação precoce no Australian Open. Meu humor já não estava tão bom, mas consegui manter um certo otimismo.
Mas a derrota que colocou em risco a classificação do time russo, foi desanimadora.
Entretando, surgiu esta semana uma má notícia… mas que trouxe um alento. Maria desistiu dos WTA de Paris e Dubai, torneios que ela disputaria nesta e na próxima semana. O motivo seria uma virose, possivelmente contraída ainda quando estava em Moscou. Quero, assim, acreditar que ela não estava em perfeitas condições físicas quando jogou contra Razzano.
Mas mesmo que isto não seja verdade, não apenas quero acreditar na recuperação completa, inclusive técnica, de Sharapova…
Não apenas quero, eu vou, sim, acreditar norenascimento de Sharapova, como em tantas outras vezes. Ela vai superar mais esta pedra no caminho, como sempre fez. Vai voltar mais tarde às competições, mas vai voltar. Com foco no tênis, na carreira, no Ranking e nos grandes torneios, como no próximo major: Roland Garros, o Grand Slam que lhe falta.
Porque esta russa não é uma tenista comum, ela é Maria Yurievna Sharapova, a gladiadora…
É assim que os fãs de Maria a veem. E é isto o que esperamos dela: o renascimento, outra vez.
A melhor notícia do final do ano passado foi a de que Sharapova voltará a defender o time da Russia na Fed Cup em 2011. O primeiro confronto será contra a França, a partir de 5 de fevereiro.
A escalação foi anunciada esta semana. Além de Maria, 16 do Rank, o time russo contará com Svetlana Kuznetsova (26), Dinara Safina (75) e Anastasia Pavlyuchenkova (18).
Além da alegria de poder ver Maria defendendo a pátria russa, lembro que participar da Fed Cup é requisito pra que se possa participar de uma Olimpíada. O que Sharapova não pode fazer em 2008, por lesão, poderá fazer em 2012.
A Russia é sempre favorita para vencer a Fed Cup, devido à quantidade de jogadoras tops que o país tem.
A última participação de Sharapova foi em 2008, no confronto contra Israel. Foi memorável. A Russia saiu atrás após a derrota de Safina para Shahar Peer, principal jogadora do time da casa.
A virada começou com Sharapova, que venceu seus 2 jogos. A torcida tentou atrapalhar sua atuação imitando seus gritos no meio dos pontos. Veja a coragem e a concentração de Maria.
Bem, foi dada a resposta à torcida local.
Depois foi a vez de Maria torcer por Anna Chakvetadze, que mostrou também muita coragem. Nasceu ali o apelido Sharkvetadze, pelas atitudes inusitadas nas comemorações dos pontos.
Pra mim, quando a Russia está em quadra na Fed Cup, todas elas são belas… E cuidado com este video. Se você é fã de Elena Dementieva, a atual campeã Olímpica, você vai se emocionar…
Da esquerda pra direita: Chakvetdaze, Vesnina, Petrova, Kuznetsova, Kudryavtseva e …
Ela, Maria Yurievna Sharapova, russa sim, e com muito orgulho!
P.S. Dedico o video acima ao maior fã de Dementieva que conheço: o amigo Titus Magnus.
Inspirado no otimismo que Zagallo tinha nas Copas do Mundo, inicio a contagem regressiva para a redenção de Maria Sharapova neste Australian Open 2011. Numa previsão sem zebras, estas serão as 7 adversárias até o título.
1. Tamarine Tanasugarn
2. Elena Vesnina
3. Kaia Kanepi
4. Venus Williams
5. Victoria Azarenka
6. Justine Henin
7. Kim Clijsters
Com a ausência da campeã de 2010, Serena Williams, a direção do torneio teve que escolher outra candidata para abrir a competição. Poderia ter sido Wozniacki (atual a número 1 da WTA), Clijsters (querida na Austrália), Henin (ex-número 1 e ex-campeã) ou Stosur (número 1 australiana).
Mas não, a escolhida para esta honra foi Sharapova. Assim, ela abre o torneio neste domingo, 16/01, às 22:00h em horário de Brasília.
Serão 14 dias de competição e 7 de sofrimento para os fãs de Maria, isto na melhor das hipóteses. Porque eu, particularmente e ao contrário do que sugere a foto em destaque, não estou muito otimista. Afinal, eu não sei qual Maria Sharapova vai entrar em quadra a partir de amanhã.
Esta aqui, a batalhadora?
Ou esta aqui, a super star?
De qualquer forma, vamos torcer. Figa e coração na mão, olho na TV e… Ave, Maria!
Para explicar o inexplicável, a péssima campanha de Sharapova no WTA de Auckland, levanto aqui 10 teorias. Elas foram imaginadas durante as três atuações dela no torneio, enquanto eu assistia aos jogos pelo live stream e trocava comentários no twitter com outros fãs de tênis – a maoria deles de sharapovetes, como eu.
Antes, as fotos que ilustram as 10 teorias.
Enquanto você tenta matar a charada, deixe eu comentar algumas coisas.
A foto em destaque no Post mostra Maria conversando com seus dois técnicos. A decisão de jogar em Auckland causou muita expectativa. Mas o desempenho foi um dos piores que já vi na vida. Ganhou os dois primeiros jogos por pura incompetência das adversárias. E caiu no terceiro. Pior do que tudo: parecia ausente, sem vibração, perdida.
Só uma coisa se salvou: o vestidinho com caimento impecável!
Veja a foto que capturei durante a transmissão de um dos jogos.
Ah, já ia esquecendo, as 10 teorias. O que causou o mau desempenho de Maria?
1. Falta de costume com a nova raquete
2. Muito vento. 3. Muito sol. 4. Estádio desconfortável
5. Culpa do careca 6. Culpa do outro careca
7. Saudades do noivo 8. Vestido apertado (por Victor Abadio)
9. Fãs seca-pimenteira no twitter
10. Jogar contra três tribufús em seguida cansou a beleza dela.
Bom, por enquanto é só. Até a próxima né, cabeçuda? (*)
Conecte-se