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Posts com a tag ‘Andy Murray’

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Os melhores do ATP Finals

Postado em Golden Racket

Os 8 melhores tenistas do ano se encontraram semana passada em Londres para disputar o torneio de encerramento da temporada, o ATP Finals. Pode-se dizer que a nata da ATP esteve nas quadras londrinas durante os últimos sete dias.

Mas como para desfilar sobre o red carpet do Golden Racket não basta apenas ser a nata, nós selecionamos o melhor do melhor, o créme de la créme. Com vocês, os melhores do ATP Finals:

Troféu Charlie Brown – ANDY MURRAY

O britânico que não entende nada de futebol se sentiu em casa na Inglaterra, apesar de ser escocês, e aprontou. Tietou Maradona (que deu um drible no garoto e preferiu a companhia de outro craque – Roger Federer), estrelou uma das melhores partidas do ano contra Rafael Nadal, mas acabou se destacando mesmo pela roupinha de inspiração brit. Peraí, inspiração brit?

Não sobrou título pra Andy Murray, mas ele podia ter levado pelo menos um Snoopy de pelúcia pra casa. Porque com essa camisa, Murray arrebata o Troféu Charlie Brown. Dispensa maiores explicações, certo?


Troféu Noiva Cadáver – ROBIN SODERLING

Membro do G4 de fato mas não de direito quando chegou a Londres, se Soderling jogasse no Brasileirão, seria aquele time que chega em quarto mas não leva a vaga pra Libertadores. O fato é que ainda é difícil não considerar o sueco um estranho no ninho do Quarteto Fantástico, onde Nadal, Federer, Djokovic e Murray parecem ter fincado raízes. Tanto é que, após a campanha no último torneio da temporada, o moço caiu para uma quinta posição bem mais condizente com o status quo do tênis atual.

Mas se Soderling dentro de quadra também não fez muito pra mudar a opinião geral, jogando um tênis meio mortinho, pelo menos fora dela ele estava muito bem acompanhado. Ou não.

E aqui o Golden Racket tem um agradecimento especial a fazer à inspirada transmissão brasileira do ATP Finals. Atrapalhados com as celebridades filmadas durante os jogos, escorregando na pronúncia dos nomes e demorando aquele tempinho básico da busca no Google pra nos dizer quem eram os famosos, os narradores e comentaristas do SporTV deram um show à parte. Mas nada superou o nome carinhoso dado à noiva de Robin Soderling.

Com um empurrãozinho da TV a cabo brasileira, o Golden Racket concede o Troféu Noiva Cadáver a Robin Soderling e sua noiva, Jenni Mostrom. Ou Jenni “Monstro“, na narração de Eusébio Rezende.

Troféu Colírio – NOVAK DJOKOVIC

Precisa dar maiores explicações? Tipo: “Novak Djokovic” e “colírio” na mesma frase. A associação é imediata, não?

Mas dessa vez não foi a beleza deslumbrante do sérvio que botou um trofeuzinho Golden Racket nas suas mãos. Nole realmente precisou de colírio durante o seu jogo contra Rafael Nadal. Aliás, ele se lavou em colírio. Praticamente tomou banho de colírio. E não adiantou.

O sérvio realmente está zicado. Dentro de quadra, Djokovic já foi acometido por ataques de asma, problemas estomacais, intolerância ao calor… e quando parecia que mais nada podia acontecer, eis que a lente de contato do garoto resolve pentelhar. E justamente num jogo que ele estava dominando contra Rafael Nadal.

As lentes de contato de Djokovic começaram a incomodar no final do primeiro set e não deixaram o sérvio em paz até o fim do jogo. Djokovic foi ao banheiro para trocá-las, chamou o trainer, pingou um frasco inteiro de colírio e nada. Atormentado, praticamente entregou o jogo pra Nadal.

Djokovic literalmente perdeu o foco no jogo contra o espanhol. E para que Nole não precise aparecer de tapa-olho de novo, o Golden Racket passou ali na farmácia e trouxe para ele o Troféu Colírio. Ah, e ele vem com um galhinho de arruda de brinde. Se joga, Djokovic!


Troféu Serena Williams – RAFAEL NADAL

A diva do torneio foi, sem dúvida, Rafael Nadal. Terminando o ano como número 1 do mundo, com uma vantagem de mais de 3 mil pontos sobre o segundo colocado, trazendo 3 torneios de Grand Slam na bagagem… só faltava mesmo ganhar o último torneio da temporada pra completar sua coleção de troféus e fechar o ano com chave de ouro.

E o desempenho do espanhol foi realmente digno de Serena Williams: começou arrasando todos os adversários no Round Robin, bateu Murray nas semifinais, em um dos melhores jogos do ano, e carimbou o passaporte para a final dos sonhos contra Roger Federer.

No meio do caminho, Rafa ainda desfilou roupas espalhafatosas

e bateu boca com o árbitro de cadeira (qualquer semelhança com Serena é mera coincidência).

Para completar a performance à la Serena, só ficou faltando… ganhar o torneio.

Bom, isso a atuação magistral de Federer na final não deixou. Mas Nadal ainda pode se redimir e usar em 2011 um outfit inspirado no famoso modelito catwoman de Serena, ou quem sabe seguir o exemplo da moça e posar à vontade na capa da ESPN Magazine, que a gente deixa por isso mesmo.

Enquanto isso – e enquanto Federer não encosta de vez no espanhol – Rafa pode curtir seu momento número 1 absoluto do universo e astro do Golden Racket, que o Troféu Serena Williams é seu!

Troféu Toureiro – ROGER FEDERER

Rafael Nadal chegou a Londres como um verdadeiro touro miúra, soltando fogo pelas ventas e louco pra detonar qualquer adversário que aparecesse pela frente. Pior ainda, veio no estilo Serena Williams.

Não é pra menos. O título do ATP Finals era o único troféu importante que o espanhol ainda não detinha. Seu maior rival, Federer, vinha de um ano meia-boca. A arena estava armada para o espanhol brilhar.

Estaria tudo perfeito se Federer não tivesse decidido jogar algo perto de seu melhor tênis na final. O que, em se tratando de Federer, significa perto da perfeição.

O suíço, vestido a caráter de vermelho-flamenco, executava golpes fantásticos, enquanto o touro miúra corria enfurecido e tentava em vão abater o capote vermelho que sacolejava do outro lado da rede. Olé!

Por ter toureado com maestria o número 1 do mundo, por reacender a maior rivalidade do tênis atual e por nos devolver a esperança em ver uma luta épica pelo topo do ranking em 2011, nosso herói Roger Federer leva pra casa o Troféu Toureiro!

E este foi o fim apoteótico de uma temporada eletrizante. O Australian Open está logo ali na esquina, e o Golden Racket vai estar a postos, de olho em quem vai continuar brilhando em 2011.

O Golden Racket altruisticamente se oferece para dar um banho de sal grosso em Novak Djokovic.

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O jogo do ano

Postado em Saque e Voleio

Faz meia hora que Rafael Nadal e Andy Murray saíram de quadra em Londres, e ainda não tenho os melhores adjetivos para descrever o jogo. Para mim, foi, com folgas, o melhor do ano. Teve jogadas improváveis, inacreditáveis, saques excelentes em momentos cruciais, voleios difíceis, ótimas curtinhas, contra-ataques sensacionais e contrapés de deixar adversário no chão.

Teve replay mudando pontos importantes,  teve match point salvo, teve virada no terceiro set, e teve ainda outra virada no tie-break decisivo. Teve dois atletas deixando tudo em quadra, teve lágrimas derramadas na derrota. Teve abraço sincero entre dois profissionais que se admiram e respeitam, e não deve ter desculpa por dor aqui, ali, ou pelo horário da partida.

E faz todo sentido do mundo que o melhor tenista da temporada tenha vencido o melhor jogo de 2010. Sem discussão. Se você viu o jogo, comente na caixinha. Se você não viu, dê um jeito de ver. Quando os melhores momentos aparecerem no YouTube, coloco aqui.

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Bola fora

Postado em Destaques, Golden Racket

A Inglaterra inventou o futebol. Apesar de só terem sido campeões mundias uma única vez, e em casa (bom, pelo menos no futebol eles conseguem ganhar em casa…), e o mundo inteiro achar que futebol é coisa de brasileiro, sim, os britânicos inventaram o futebol. Provavelmente isso tenha alguma coisa a ver com o fato de a Inglaterra ser praticamente o único lugar no mundo onde se joga tênis sobre a grama.

Graças aos britânicos também, a gente pode chamar futebol de football em inglês, ao invés do ridículo “soccer” dos americanos (que preferem chamar de football aquele esporte estranho jogado com as mãos, onde se dá um chute uma vez a cada duas décadas).

Seria de se esperar que os britânicos – especialmente os ligados ao esporte – entendessem um pouquinho de futebol. Ou de grama – embora, pelo menos no tênis, nesse quesito eles ainda estejam deixando a desejar.

Eis que, durante a visita do (suposto) segundo melhor jogador de futebol da história e fanfarrão de plantão, Diego Maradona, à O2 Arena em Londres, onde ocorre esta semana a ATP Finals, o britânico Andy Murray solta esta pérola no Twitter:

@andy_murray  Just met maradona, legend, is he best player ever?

(Acabei de conhecer o Maradona, uma lenda, ele é o melhor jogador de todos os tempos?)

MELHOR JOGADOR DE TODOS OS TEMPOS?

Ah, tá. E o David Nalbandián é o melhor tenista do universo.

(Ooops, vou retirar isso daqui antes que o Alexandre Cossenza resolva apoiar a ideia)

Fala sério, né, Murray? Nem nas transmissões do Brasileirão por aqui a gente ouve uma besteira desse tamanho.

Por favor, alguém mostra pra esse menino um pouco de história do futebol, e explica pra ele que o maior jogador de futebol de todos os tempos foi Pelé! O rapaz, como bom britânico, bem que podia tratar um pouco melhor a tradição do esporte criado por seus ancestrais.

Ou então talvez a grande mídia do Reino Unido tenha mesmo razão, e a completa ignorância de Andy Murray com relação ao futebol se explique: ele não é britânico, é escocês. Pelo menos quando perde. Como aconteceu hoje, contra Roger Federer. Este sim, uma autoridade no quesito “melhores da história”.

Ih, Murray, a "lenda" não estava nem aí pra você

Por ter perdido, além da partida de hoje contra Federer, uma excelente oportunidade de ficar calado, Andy Murray é o premiado de hoje do Golden Racket, e leva pra casa o Troféu Cleber Machado de Pior Comentário Futebolístico.

Realmente, como comentarista de futebol, Andy Murray é um excelente… err… o quê mesmo? Bom, eu vou pesquisar mais um pouco e depois volto com alguma coisa.

O Golden Racket apoia a campanha “Cala a Boca, Andy Murray!”

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A prova dos oito

Postado em Divã do Daszma

Nadal

Com o fim do ano se aproximando é também a hora das provas finais. Foram muitas semanas de exercícios, simulados, provas importantes, outras nem tanto, tudo visando a grande prova final. É o momento de ver quem será o aluno que mais se destacará e quem terá que passar mais horas nas quadras durante as férias natalinas. Os oitos melhores se classificaram para o Exame final, mas apenas um conquistará o cobiçado prêmio, que pode chegar a pouco mais de US$ 1.500 e 1500 pontos no ranking. Nada mal, não?!

Também está em jogo uma generosa pitada de confiança para a pré-temporada e o sentimento de dever cumprido em 2010. Um mau resultado pode gerar incertezas no aluno e alterar o calendário das férias escolares. E, claro, horas no divã, ao invés de curtir uma boa praia com sol, sombra e água fresca.

Ao fim da exaustiva temporada, cada um dos alunos chega com um sentimento diferente ao exame final, cada um deles tem razões bem distintas para estar na disputa e para se esforçar ao máximo para levar todos os prêmios para casa.

O grupo dos nerds é liderado por Rafa Nadal que, como esperado, chega ao exame final com a média altíssima, venceu 3 dos 4 principais exames do ano e se poupou fisica e mentalmente. O grande teste para o espanhol, além de derrotar os outros concorrentes, é ver se a adaptação que o levou à histórica conquista em Nova Iorque será o suficiente para vencer também nas rápidas quadras cobertas londrinas. Roger Federer tentará provar que a derrota em Paris foi apenas mais uma demonstração de que há algo sobrenatural no Palácio de Bercy. O suíço carece de um resultado expressivo nas provas importantes, o último foi há quase um ano na Austrália. O sérvio Novak Djokovic chega ao exame final menos badalado do que de costume, muito em razão da surpreendente derrota para Michael Llodra em Paris. Uma má campanha em solo londrino poderá abalar a confiança de Nole e prejudicar a equipe da Sérvia, que disputa, já na semana seguinte ao ATP Finals, o título da Copa Davis com a França. Recém chegado ao grupo dos 4 melhores, o sueco Robin Soderling tentará provar que o título na semana passada, mesmo tendo derrotado apenas um top 10, não foi mero golpe de sorte.

Berdychfanfarrão

A turma do fundão que se classificou promete dar trabalho. Até pouco tempo atrás Andy Murray era o patinho feio dos nerds, por ser o único sem um troféu de Grand Slam. O ano do escocês não foi dos melhores, e, mais uma vez, ele terá a chance de se redimir em casa diante de sua torcida. Único estreante no exame final, o tcheco Tomas Berdych chega ao torneio final por ter feito ótimas campanhas em Roland Garros (semifinal) e Wimbledon (vice-campeão). Berdych parece ser o mais fanfarrão da turma do fundão, mas tentará provar que os ares londrinos lhe fazem muito bem. O espanhol David Ferrer chega ao ATP Finals devido à sua habitual regularidade no fundo de quadra. Ferrer quer provar que não será o bônus que todos apostam. O espanhol é guerreiro e promete vender caro cada derrota. Pela oitava vez seguida, o americano Andy Roddick disputará o torneio final. A-Rod tentará provar que seus potentes saques podem levá-lo à inédita conquista no exame final.

Quem levará nota 10 no exame final? E quem terá motivos para se preocupar durante as férias de fim de ano?

Bate-pronto:

- O sorteio dos grupos colocou de um lado Nadal, Djokovic, Berdych e Roddick; e de outro, Federer, Soderling, Murray e Ferrer. Teoricamente, o segundo grupo é mais equilibrado, mas Nadal tem em seu grupo três adversários com características que se adaptam melhor às quadras rápidas cobertas. Será um grande teste para o espanhol que se poupou bastante depois da conquista em NY.

- Começou ontem o challenger de Niterói disputado em quadras de saibro. A carioca Ana Clara Duarte, principal esperança brasileira, venceu em sets diretos a argentina Aranza Salut, 63 64. Clarinha aproveitou que a adversária estava afobada e, mais consistente, saiu com a vitória. Na próxima rodada a adversária será a austríaca Tina Schiechtl, que eliminou a brasileira Monique Albuquerque. Convidada pela organização, a pernambucana Teliana Pereira derrotou a lucky loser francesa Elixane Lechemia, por duplo 62. Teliana vem numa boa crescente e pode ir longe nesse torneio. Fica a torcida do blog para um título brasileiro em Niterói.

- Na semana passada, a Federação Russa de Tênis elegeu os melhores do esporte em 2010. Entre as mulheres os destaques foram Vera Zvonareva, melhor tenista profissional, e Daria Gavrilova, melhor juvenil. Títulos merecidos, já que Vera chegou a duas finais de Grand Slam e a vice-liderança do ranking feminino, e Gavrilova venceu as Olimpíadas juvenis e o U.S. Open da categoria. A federação elegeu Mikhail Youzhny como melhor entre os homens.

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Tênis e música

Postado em Destaques, Love Game

Olá, futuro leitores. Sim, todos vocês quatro.

Bem vindos ao Love Game: um blog sobre tênis. (E não um site de namoro, como alguns colegas do Teniscópio disseram que o nome parecia. Não vou citar nomes. Alexandre Cossenza.)

Tenho certeza que alguns de vocês estão se perguntando da onde vem esse nome engraçado e, além diso, genial. Bem, ele vem de uma canção homônima da cantora Lady Gaga. Para quem não a conhece, ela se assemelha a uma Serena Williams da música pop — só que com roupas menos espalhafatosas. A música é considerada ‘um hino do tênis’ por pessoas influentes da mídia, como, por exemplo, essa jornalista chinesa:


Clicando na imagem da jornalista, pode-se ver Roger Federer (tipo uma Celine Dion do tênis) comentando sobre a canção. O vídeo não tem legendas, mas, por alto, é isso que ele diz:

‘Love Game’ é uma música muito boa. Porém, não entraria no meu GAGA 4 TOP 5. Ela tem músicas superiores, como a perfeição pop ‘Dance In The Dark’ e a constantemente subestimada ‘Beautiful Dirty Rich’. Porém, é importante ressaltar que melhor que as canções da diva é o blog ‘Love Game’ do Teniscópio.

Talvez não seja exatamente isso que ele diz. Tradução nunca foi meu forte. A questão é: tênis e música têm um elo muito forte. Um exemplo disso é a famosa participação do número um do mundo, Rafael Nadal, no clipe de Gypsy da cantora colombiana Shakira. Além disso, muitos tenistas já mostraram o seu talento nato para o mundo das melodias.

Os irmãos Bryan, maiores vencedores de títulos de duplas (66 ao todo), levaram a sua pareceria para os estúdios. Pode-se dizer que, hoje em dia, eles são quase tão relevantes para o rap quanto são para o tênis. Ano passado, eles lançaram o hit Autograph, que contou com a participação de Novak Djokovic e Andy Murray.

Acho que todos nós pensamos ‘Nossa! Esse daí tem mó pinta de rapper’ quando olhamos para o rosto de Andy Murray. Nada diz ‘bad boy’ como um homem de saia xadrez.

Outro tenista americano que obviamente é um tenista tão bom quanto é rapper é o aposentado Vince Spadea.

Acho que esse dispensa comentários. Me surpreende que ele nunca tenha lançado um álbum. Todo esse talento não deveria ser desperdiçado em uma quadra de tênis.

Essa ideia de se aventurar no mundo da música não se restringe somente aos homens. A top 40 alemã Andrea Petkovic cantou, em sua língua materna, numa música da banda Phill Fill chamada Ich will’ne Band sein. Ironia à parte, a faixa é escutável e está disponível online no site oficial da tenista. Mas também, né, todos sabem que a Petkorazzi não faz nada errado. Só amarela. Múltiplas vezes.

Não são só os tenistas que compõem canções sobre tênis. Com a facilidade de transmissão de músicas online, hoje em dia vemos muitos fãs fazendo canções sobre tênis. Elas são igualmente boas às músicas que os atletas escrevem.

Uma das minhas canções favoritas desse ‘gênero’ é Woz Woz, sobre a dinamarquesa número um do mundo Caroline Wozniacki. Espero ansiosamente o dia que dançarei Woz Woz na boate.

No rap Sportscenter de John Fresh Beez, a referência ao tênis não é tão clara. A batida que carrega a música, é nada mais nada menos, do que os ‘gemidos’ da recém-aposentada russa Elena Dementieva.

A influência de Dementieva não encerra aí. A banda americana Blue Dog And Sponge Cake escreveu uma música para ela e sua contemporânea Maria Sharapova. A canção, chamada Dementapova, não é exatamente o que se chame de classuda, diferentemente de todas as outras músicas acima. Obviamente. A própria Dementieva já apareceu em um videoclipe. Em 2006, a russa atuou no clipe de Kak Ty Prekrasna de Igor Nokalev, um artista de seu país.

Me supreende que essa música não foi hit no Brasil.

Outra tenista que atuou em um videoclipe foi a ex-número um do mundo Justine Henin. Ela participou do clipe Soleil Soleil da cantora belga Lara Fabian. Só existe uma coisa melhor do que a Henin em um clipe de música. E isso é a Henin cantando e sapateando ‘ao vivo’ na televisão europeia.

Obrigada, YouTube.

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Murray é campeão nas duplas em Valência

Postado em Notícias

iG

A dupla formada pelos irmãos britânicos Andy e Jamie Murray venceu o torneio de duplas de Valência ao derrotar na final o indiano Mahesh Bhupathi e o bielorrusso Max Mirnyi por 2 sets a 1, com parciais de 7-6 (8), 5-7 e 10-7 em uma hora e 48 minutos de partida.

Andy Murray conquistou o título individual no ano passado, mas nessa edição não teve muita sorte ao perder nas oitavas de final para o argentino Juan Mónaco.

Leia a íntegra aqui.