Tênis e música
Postado em Destaques, Love Game
Olá, futuro leitores. Sim, todos vocês quatro.
Bem vindos ao Love Game: um blog sobre tênis. (E não um site de namoro, como alguns colegas do Teniscópio disseram que o nome parecia. Não vou citar nomes. Alexandre Cossenza.)
Tenho certeza que alguns de vocês estão se perguntando da onde vem esse nome engraçado e, além diso, genial. Bem, ele vem de uma canção homônima da cantora Lady Gaga. Para quem não a conhece, ela se assemelha a uma Serena Williams da música pop — só que com roupas menos espalhafatosas. A música é considerada ‘um hino do tênis’ por pessoas influentes da mídia, como, por exemplo, essa jornalista chinesa:
Clicando na imagem da jornalista, pode-se ver Roger Federer (tipo uma Celine Dion do tênis) comentando sobre a canção. O vídeo não tem legendas, mas, por alto, é isso que ele diz:
Talvez não seja exatamente isso que ele diz. Tradução nunca foi meu forte. A questão é: tênis e música têm um elo muito forte. Um exemplo disso é a famosa participação do número um do mundo, Rafael Nadal, no clipe de Gypsy da cantora colombiana Shakira. Além disso, muitos tenistas já mostraram o seu talento nato para o mundo das melodias.
Os irmãos Bryan, maiores vencedores de títulos de duplas (66 ao todo), levaram a sua pareceria para os estúdios. Pode-se dizer que, hoje em dia, eles são quase tão relevantes para o rap quanto são para o tênis. Ano passado, eles lançaram o hit Autograph, que contou com a participação de Novak Djokovic e Andy Murray.
Acho que todos nós pensamos ‘Nossa! Esse daí tem mó pinta de rapper’ quando olhamos para o rosto de Andy Murray. Nada diz ‘bad boy’ como um homem de saia xadrez.
Outro tenista americano que obviamente é um tenista tão bom quanto é rapper é o aposentado Vince Spadea.
Acho que esse dispensa comentários. Me surpreende que ele nunca tenha lançado um álbum. Todo esse talento não deveria ser desperdiçado em uma quadra de tênis.
Essa ideia de se aventurar no mundo da música não se restringe somente aos homens. A top 40 alemã Andrea Petkovic cantou, em sua língua materna, numa música da banda Phill Fill chamada Ich will’ne Band sein. Ironia à parte, a faixa é escutável e está disponível online no site oficial da tenista. Mas também, né, todos sabem que a Petkorazzi não faz nada errado. Só amarela. Múltiplas vezes.
Não são só os tenistas que compõem canções sobre tênis. Com a facilidade de transmissão de músicas online, hoje em dia vemos muitos fãs fazendo canções sobre tênis. Elas são igualmente boas às músicas que os atletas escrevem.
Uma das minhas canções favoritas desse ‘gênero’ é Woz Woz, sobre a dinamarquesa número um do mundo Caroline Wozniacki. Espero ansiosamente o dia que dançarei Woz Woz na boate.
No rap Sportscenter de John Fresh Beez, a referência ao tênis não é tão clara. A batida que carrega a música, é nada mais nada menos, do que os ‘gemidos’ da recém-aposentada russa Elena Dementieva.
A influência de Dementieva não encerra aí. A banda americana Blue Dog And Sponge Cake escreveu uma música para ela e sua contemporânea Maria Sharapova. A canção, chamada Dementapova, não é exatamente o que se chame de classuda, diferentemente de todas as outras músicas acima. Obviamente. A própria Dementieva já apareceu em um videoclipe. Em 2006, a russa atuou no clipe de Kak Ty Prekrasna de Igor Nokalev, um artista de seu país.
Me supreende que essa música não foi hit no Brasil.
Outra tenista que atuou em um videoclipe foi a ex-número um do mundo Justine Henin. Ela participou do clipe Soleil Soleil da cantora belga Lara Fabian. Só existe uma coisa melhor do que a Henin em um clipe de música. E isso é a Henin cantando e sapateando ‘ao vivo’ na televisão europeia.
Obrigada, YouTube.

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