Neste segundo cast do ano voltamos falando de assuntos mamilos como a controvérsia Aga Ninja Radwanska x Vika No.1 Azarenka, e o encontro da Tênis Máfia no Brasil Open 2012.
Também falamos dos torneios passados da ATP, com um certo atraso já típico do VárzeaCast, como o primeiro troféu do Federer no ano e o(s) brainfart(s) de Milos Raonic em Memphis.
Além de toda essa várzea nós também realizamos nossa primeira leitura de comentários dos nossos ouvintes! Escute para ver se seu comentário foi lido, e se não foi, quem sabe no próximo cast?
Ouçam, comentem aqui ou no Twitter com a hashtag #varzeacast e até a próxima!
Trilha sonora (Esta semana por Marden Carioca forgado Diller):
1. Swedish House Mafia – Save The World
2. Richard Beynon – Close To You
3. Solarstone – Zeitgeist (Dennis Sheperd Remix)
4. Armin van Buuren presents Gaia – J’ai Envie De Toi
5. Sunlounger feat Zara Taylor – Try To Be Love (Roger Shah Naughty Love Mix)
6. Palms – Touch The Sky (Paul Oakenfold Remix) (Live At A State Of Trance 550 – London)
7. Alex MORPH vs Protoculture – Waking Up The Stars
8. Cardinal Feat Arielle Maren – Sink Into Me (Protoculture Remix)
9. Orjan Nilsen – Viking
10. Tiesto – Fresh Fruit
11. Paul van Dyk – For An Angel (PvD E-Werk Club Mix)
12. Lange vs Gareth Emery – This Is New York
13. Gareth Emery feat Christina Novelli – Concrete Angel
14. Armin van Buuren presents Gaia – Tuvan
15. Armin van Buuren feat Justine Suissa – Burned With Desire
É hoje, é agora.
O dia mais esperado do ano (ah vá) chegou.
O duelo épico entre Steven Spielberg e Jerry Bruckheimer, Direção e Produção, Victor Abadio e Filipe Ribeiro está aqui.
Neste #várzeagame onde regras não importam, nem pros apresentadores Marden Diller e Bê Arruda, nem pros concorrentes ao título.
Os assuntos escolhidos foram: Agnieszka Radwanska, Indian Wells e Chelsea Handler (Direção) e Maria Esther Bueno, Olimpíadas e Olimpíadas de Inverno (Produção).
Num clima de Pokemon o jogo esquentou e foi bem acirrado!
Se eu fosse você escutaria agora! CORRAO!
Trilha sonora:
1. Foster the people – Call it what you want
2. LCD Soundsystem – Yeah (Pretentious Version)
3. MSTRKRFT – Work on you
4. Tiga – Love don’t dance here anymore
5. UNKLE – Burn my shadow (feat. Ian Astbury)
6. Moloko – Over and over
7. Juliette & the Licks – Got love to kill
8. The Killers – Mr. Brightside (Jacques Lucont’s Thin White Duke Remix)
9. The Prodigy – Break & enter
10. Kings of Leon – Charmer
11. LCD Soundsystem – Daft Punk is playing at my house
12. Metric – Stadium love
Olha agente aê! Chegou – atrasada – sua dose semana de trollagem em forma de áudio!
Neste podcast, comandado pelo popular e polêmico (não mais polêmico que mamilos) apresentador George “Eu sou Maria” Galli, passamos rápido pelos ATP de Tóquio e de Pequim por que né, a quem queremos enganar, ninguém aqui vê ATP direito, nem mesmo Sheiloka Vireira.
Analisamos os resultados do WTA de Pequim (Aga, sua linda), tentamos achar uma explicação para o que aconteceu na China do mal e temos um momento de devoção a ninja mor da WTA, a linda da Agnieszka Radwanska.
A parte de trollagem foi fraca nesta edição porque além de sermos jornalistas sérios agora (Ah vá), estávamos sem dois dos nossos maiores trolladores, Marden “Carioca forgado” Diller e Michel “Bepa, sua linda” Figueiredo. Mesmo assim o arrobaC*rtos brasileiro conseguiu dizer algumas frases de impacto pra sambar na cara dos ouvintes.
Neste podcast:
00:33 – Apresentações
01:44 – ATP Tóquio e Pequim
09:02 – ATP Shanghai
18:10 – WTA Pequim
59:56 – WTA randômicos da semana: Osaka e Linz
1:09:04 – Momento off-court: Vera Zvonareva posa para a ESPN Boddy Issue
1:13:27 – Despedidas
1:14:47 – Bloopers
Trilha sonora:
1. Cake – Never there
2. LCD Soundsystem – All i want
3. The Chemical Brothers – Believe
4. Ping Pong Bitches – Chinese song
5. Teenage Bad Girl – Cocotte (Boys Noize Rework)
6. Primal Scream – Come together
7. LCD Soundsystem – Yeah (Crass version)
8. Prodigy – Speedway
9. Prodigy – Break & enter
10. YATCH – It’s boring/You can live anywhere you want
11. Cansei de ser sexy – Meeting Paris Hilton
12. Bloc Party – Sunday
É, meus queridos. Pelo jeito, não sou o único a amar as tenistas russas não. Tem uma moça (e não é a @laysguerrero) que também deve adorar as russas. O motivo? Simples. Graças a essas desparafusadas tenistas, Agnieszka Radwanska – ou, simplesmente, Aga(tinha) – já possui seis troféus na sua prateleira em algum lugar na Cracóvia. OK. Eu imagino que você deve estar pensando que esse post é uma pequena revolta pelas últimas três derrotas da Bepa (aquela linda) diante da ninja polonesa. Mas não é. Antes fosse. O fato é que a carreira da mais famosa das irmãs Radwanska, até o presente momento, foi patrocinada pelas russas. Acompanhe comigo.
O início do Patrocínio:
O ano era 2007 e a jovem – ainda com aparelhos nos dentes – Agnieszka Radwanska se classificara para a primeira final de sua precoce carreira. O torneio era o WTA de Estocolmo, disputado no saibro sueco. À época número 34 do ranking feminino, a polonesa de 18 anos, massacrou a russa Vera Dushevina em rápidos 61 61. O jogo durou apenas 53 minutos e a polonesa, que nas quartas de final havia batido uma desconhecida dinamarquesa, quebrou o saque da adversária pela quinta vez (acertou se você pensou em duplas faltas) e levou para casa o troféu do WTA de Estocolmo.
No início de 2008, Aga venceria o segundo torneio da carreira, dessa vez na quente e úmida Pattaya City, na Tailândia. A adversária dessa vez foi a norte-americana Jill Craybas. Mas engana-se quem achou que não rolou o patrocínio russo no segundo troféu da polaca. Uma rodada antes da final, Radwanska derrotou, de virada, Ekaterina Bychkova (WHO?). Você pode não saber quem é a tal da Bychkova, mas esse nome e sobrenome te dão a noção exata de quem é e de onde veio Ekaterina Bychkova. Ainda em 2008, no saibro de Istambul, na Turquia, novamente como segunda cabeça-de-chave, Aga Radwanska protagonizou uma das maiores zebras daquele ano. Em sua terceira final na carreira, a talentosa polonesa – já número 16 do mundo – enfrentaria a russa Elena Dementieva (número 7 da WTA). A russa, que ainda não havia perdido um set sequer no torneio foi facilmente batida pela ascendente polaca, por 63 62. A vitória sobre a linda russa, foi o desempate do H2H (1-1), que ao final da carreira da campeã Olímpica fecharia em 4-2 para o lado polonês.
Continuemos em 2008, mas dessa vez trocamos o saibro pela rapidez da grama. Sai a graciosidade da Dementieva, entra a potência de Nadia Petrova. Número 14 do mundo e 4ª seed em Eastbourne, Radwanska, depois de vencer 3 torneios (1 na quadra dura e dois no saibro), chegaria a sua primeira decisão na grama. A adversária, adivinhem! A russa Nadia Petrova, oitava cabeça-de-chave na Inglaterra. A russa que não vinha tendo muitas dificuldades até a final, apostaria em seus potentes saques para derrotar (a até então invicta em finais) Agnieszka Radwanska. Ledo engano. Mostrando toda a sua habilidade contra as moças da terra da vodca, Radwanska, dessa vez em 3 sets, passou pela tarimbada russa 64 67(11) 64, e levou mais um troféu pra casa.
A exceção
Dizem que toda regra tem uma exceção. E aqui não é diferente. A exceção do patrocínio russo tem nome, sobrenome, é adepta do estilo roleta russa de jogar e possui dois Grand Slams: Svetlana Kuznetsova. Por duas vezes Agnieszka Radwanska enfrentou Kuznetsova em uma final de torneio e por duas vezes ela saiu com o vice-campeonato. O primeiro deles veio em Pequim, no ano de 2009. Kuznetsova que à época usou um laço preto em sinal de luto, dominou completamente a partida e venceu Radwanska por 62 64. Seria a única vitória da russa contra Aga nos 4 jogos entre as duas naquele ano.
Um ano mais tarde, dessa vez em San Diego, naquele que foi o 10º confronto Kuznetsova-Radwanska da WTA (6-3 para a russa), Sveta repetiu a dose e mostrou para a polonesa que o contrato de patrocínio assinado com a Federação de seu país estava estremecido. O jogo foi bem duro, é verdade. Mas ao final, a polonesa conheceu a segunda derrota em finais – ambas para a mesma adversária – e Kuznetsova saiu com a vitória, 64 67(7) 63.
O Patrocínio Bepa (Sua Linda) Zvonareva
A essa altura, Radwanska, que, antes de encontrar Kuznetsova nas finais, só conhecia vitórias, estava começando a perder a confiança. Para que isso não acontecesse, ela precisaria encontrar uma forma de reverter esse quadro negativo. E a solução foi Vera Zvonareva, a russa com mais vice-campeonatos da recente história da WTA. A estratégia era arriscada, já que Radwanska nunca havia vencido um set de Zvonareva nos dois confrontos que havia disputado contra a russa. Mas Aga conhecia a fama de colecionadora de bandejas/pratos/miniaturas e afins da russa. No primeiro encontro entre as duas, em San Diego (Carlsbad), a polonesa vinha aos trancos e barrancos, mas com muita paciência e consistência tática derrotou a principal cabeça-de-chave do torneio, 63 64 e levou o quinto troféu para casa.
Essa semana, em Tóquio, as duas voltaram a se encontrar. Dessa vez, mais do que nunca, o favoritismo era de Vera Zvonareva, que não havia perdido um set sequer em sua campanha no Japão e jogaria com o apoio da torcida. Mas o que Vera não se recordava é que do outro lado da rede estaria uma legítima ninja japonesa. Em uma das atuações mais sólidas que eu já vi na vida – cometeu apenas 3 erros não forçados no primeiro set –Radwanska não deu chances para a ansiosa-nervosa-afobada-errática-descalibrada-insegura russa e venceu a partida, por incríveis 63 62, deixando a adversária com aquela habitual (e linda) cara de choro.
Eu não disse que não se tratava de um chororô? Ou vai me dizer que é apenas uma (insistente) coincidência? Se é eu não sei, o que eu sei que se chegar na final em Pequim, Aga Radwanska só poderá contar Maria Kirilenko ou Anastasia Pavlyuchenkova – únicas russas vivas do outro lado da chave – para manter a escrita e o patrocínio russo.
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